-
O sexo é arte sobre a cama.
you are everything
refresh vemk faq submit Plaquinhas

Contos Eróticos

Comi a secretaria da empresa

meu nome é maycom,tenho 190 altura olhos e cabelos castanhos 95 kilos,bem nao me acho bonito mas todas que ficam comigo nao conseguem me esquecer,nao me gabando,palavras delas.

estava no escritorio da empresa onde trabalho como motoboy,num dia chuvoso sem serviço para fazer,eu e maria apenas nos dois,estavamos conversando sobre coisas normais ate que me veio na cabeça,vou jogar um verde em cima dessa mulher,seja o que deus quiser.

ela nao é uma mulher bonita,mas gostosa,uma negra de mais ou menos 170 altura magra,como eu disse ela nao é bonita mas é gostosa e simpática.

comecei a falar sobre relacionamentos,quando chegamos na parte do sexo vi que seus olhos brilharam,ela falou que pelo fato de seu marido viajar muito ela era meio carente,falei tai minha oportunidade.continuamos conversando ate que eu fui mais ousado e peguei na sua mao,ela meio que quis puxar mas a segurei,levantei da cadeira pois estava sentado na frente dela do outro lado da mesa do escritorio,levantei,passei por detras dela e passei a lingua no seu pescoço,ela falou para parar,mas com uns gemidinhos gostosos,desci minha mao e apalpei seus seios,pequenos e bicudinhos,apesar de ela ter 45 anos esta com tudo em cima,apalpei seu seios e comecei a beijar seu pescoço,ha esta altura ela ja estava doidinha de tesao,mandava eu parar,mas com aqueles gemidinhos gostosos nao parei e fui mais alem,virei ela de frente para mim e comecei a beijar a boca gostosa dela,baixei a mao por dentro de sua calça e comecei a massagear sua bucetinha,que a este momento estava toda molhadinha,sentei ela em cima da mesa do escritorio e comecei a chupar seus seios,mas meio ressabiado,algeum poderia aparecer,levantei ela de novo,baixei a calça dela e a sentei na pontinha da mesa,onde vi uma bucetinha rosadinha,toda depilada e muito cheirosa,nao aguentei e cai de lingua nela,ela se contorcia toda e falava,me chupa meu macho,faz o que o corno do meu marido nao faz,chupa tua nega vai meu macho.fiz ela gozar na minha boca,ai foi a vez dela me chupar,fez eu sentar na cadeira e me fez a melhor chupeta que alguem ja me fez em toda minha vida,gozei gostoso na boca dela,enxi sua boca gostosa com minha porra,mas tudo muito rapido,pois tinhamos medo de que alguem aparecesse,

nao me dando por satisfeito comecei a beija-la novamente,vi que ela começou a ficar com tesao novamente,a virei de costas para mim appoiada com as maos na cabeça e meti na sua bucetinha gostosa,que pos estava quente e muito apertada,ela delirava,mexia gostoso,falava,me come meu macho,come que que quero gozar gostoso na sua pica,ai que pau gostoso,mete gostoso vai…

comecei devagar,por que a bucetinha dela era meio fechada mesmo,mas muito gostosa.

aumentei as estocadas e cada vez mais ela delirava de prazer.passei minha mao pela frente dela e comecei a massagear sua xaninha gostosa,ela veio ao delirio e disse que iria gozar,aumentei as estocadas e falei,goza comigo minha putinha gostosa,goza com teu macho minha nega tesuda,nao aguentamos mais e gozamos feito loucos dentro do escritorio da empresa.depois disso viramos amantes e sempre damos uns amassos dentro da mepresa quando nao tem ninguem por la,estamos planejando ir para o motel,pois vi que seu cuzinho era lacrado coisa que ela mesma me confirmou,disse que nunca deu o anelzinho e que eu poderia ser o primeiro a estrear ele.

semana que vem tem mais,agora vamos no motel e fazer completo.ganhei uma amante muito gostosa dentro da empresa…

mulheres que queiram passar por alguma aventura dessas entre em contato por email .deixem seus recados,pois adoro sacanagem,este é meu primeiro conto aqui relatadose vcs gostarem desse narrarei mais de quando fodi minha ex mulher nos fundos do cemiterio dentro do carro,no parque,em cima da moto,etc…

Dei pro meu sobrinho

Tudo começou quando meu sobrinho brigou com a mãe dele, que é minha irmã,

Com isso ele veio passar uns dias aqui.

Sou separada a 2 anos ,tenho 30 anos , e ele tem 16 anos e é solteiro.

Ele éra muito quieto , e pouco conversava comigo,

Eu moro com 2 filhas, e então só havia um lugar para ele dormir,

no meu Quarto !

Quando a noite caiu, era uma noite bem quente, meu sobrinho estava tomando banho

e eu estava preparando a janta, quando ele saiu, ele saiu sem camisa,

Confesso que fiquei exitada, ele tinha um corpo bonito, e eu ja estava há muito tempo sem dar rsrs,

Ele pediu desculpas , e vestiu uma camisa,

Na hora de dormir , ele iria dormir no sofá que fica no quarto,

Fiz questão de falar para ele dormir na minha cama, falei que ele era meu sobrinho e não tinha nada demais,

Ele deitou e eu falei que ia vestir meu pijama e ja ia dormir também,

Coloquei meu shortinho e uma blusinha bem curta e voltei,

Deitei do lado dele , percebi o quanto ele olhava minhas pernas, e começamos a conversar sobre a briga,

Fiquei passando a mão na perna dele enquanto ele contava,

aos poucos fui subindo até que começei a alisar o pau dele ,

ele ficou me olhando, eu senti o pau durissimo dele,

foi dai então que tirei do short e vi,

nunca imaginei que meu sobrinho de 16 anos teria um pintao tão grande kkkk,

começei a chupar bem gostoso, até ele gozar,

depois deitei em cima dele e começamos a nos beijar,

ele ficou apertando minha bunda e alisando minhas coxas enquanto me beijava,

dai tirei minha roupinha e abri as pernas pedindo para ele meter logo,

nem precisei de camisinha, pois depois que tive minha segunda filha, operei para não engravidar mais.

Ele veio e começou a meter, devagar, pois ele nunca havia feito isso,

Ele meteu bem gostoso mesmo,

e eu gemia bem baixinho para não acordar minhas filhas,

Depois eu pedi pra sentar em cima,

ele deixou , começei a sentar bem gostoso,

com as mãos sobre aquele peito lisinho,

logo depois ele me pegou de quatro e meteu até eu gozar,

dai ele tirou o pau dele e gozou nos meus peitos

em seguida

deitei de bruço ele deitou por cima de mim e meteu forte,

até gozar dentro da minha bucetinha

logo depois ele foi tomar banho, em seguida eu fui,

dai ficamos deitados na cama, fiquei alisando aquelas coxas peludas.

Logo pela manhã, acordei e logo lhe fiz um boquete,

Ele teve que ir pra casa dele,

De vez em quando eu dou uma passada na casa dele depois do trabalho,

pois ele fica sozinho,

e sempre damos uma rapidinha rsrs

 

 

Vestido branco, calcinha branca

Tudo começou num sábado em uma festa que fui com meu marido. Sabia que aquela seria uma noiite memoravel entre nós dois. Festa de gala em um buffet sofisticado. Estava com um vestido justo, todo branco, saia curta na altura de uma minissaia. Ele tinha um zíper atrás e um decote discreto. Tinha até uma meia gola. O bom é que ele é muito confortável. É só por uma calcinha e não precisa usar um sutiã. Pode ser usado numa festa de gala com uma meia calça e salto alto como também serve para trabalhar e passear. É só usar uma sandália de tiras ou um sapato fechado mais discreto com salto baixo. Lá chegando fomos cumprimentando as pessoas conhecidas e sistematicamente trocava-se elegios para tudo e para todos. O salão estava impecável com lustres de cristal, cortinas de tecido pesado em vermelho escuro contrapondo um forro em voal branco com rendas e quase transparente. Havia poucas mesas todas com toalhas também no tom vermelho e branco e poucas cadeiras, razão pela qual conversávamos em pé.

Os garçons passavam com bandejas repletas de salgados e com coquetéis lindos, multicoloridos sempre cobertos por uma espuma. Peguei um para matar a curiosidade e no primeiro gole senti uma pontada de dor de cabeça.

- Hoje não é dia para se ter dor de cabeça, pensei com meus botões. A noite é para ser longa e preciso estar em forma e tranquila.

Pedi licença e falei para meu marido que ia procurar um remédio para dor de cabeça e que já voltaria. Fui até onde estava guardada minha bolsa e fui até a cozinha, pedi um copo de água e ao tomá-lo, senti novamente a cabeça latejar. Tinha por intuição que aquele remédio não ia funcionar. Então falei com a moça que me arranjou o copo de água que eu achava que a dor não ia passar. Ela me falou para tomar um remédio mais apropriado que ela tinha em seu armário. Então lhe acompanhei até o vestiário.

Ela entrou no vestiário e eu fiquei no corredor. Logo depois ela veio e me deu o remédio. Nesse momento vindo da cozinha passou um moço vestido com smoking mostrando que trabalhava no buffet.

-Posso ajudar? Ele falou.

Depois de breve explicação de que queria tomar o remédio ele pediu para acompanhar. Entramos na primeria sala onde era o escritório do Buffet, abriu um frigobar e de lá tirou uma garrafa de água importada. Estava surpreendida mais para beber aquela água do que para tomar o remédio.

Ele falou para sentar e me deu o copo com água e eu tomei o remédio. Longe do burburinho da festa, ali estava calmo e eu me sentia bem. Agradeci a gentileza e para não sair de imediato perguntei se trabalhava no Buffet.

Ele explicou que trabalhava durante o dia e preparava cardápios. Depois me disse que muita dor de cabeça passa com uma simples massagem na nuca.

Voce me permite?

Vendo meu olhar de ansiedade para fazer desaparecer a dor, deixei que ele fizesse uma massagem na nuca. Com a ponta dos dedos ele massageou a minha nuca e o meu ombro. Senti a dor desaparecer por encanto. Até hoje não sei se foram os remédios ou aquela mão me massageando que me fizeram sarar da dor. Voltei a me sentir tão bem que me levantei e olhei bem dentro dos seus olhos lhe agradecendo. Eu vi um sorriso de satisfação e naquele olhar direto e não pudemos resistir e nos beijamos por alguns segundos. Sua mão direita pegou na minha mão esquerda e percebi que ele observou a minha aliança. Discretamente, fazendo menção de sair eu novamente agradeci. Foi quando ele falou.

- Olha, aqui tem meu cartão, Meu nome é Eduardo, se precisar de mim me telefona, qualquer hora, qualquer dia.

-Meu nome é Cristina, a gente se fala.

Guardei o cartão na bolsa e voltei para a festa. Com a ajuda do Eduardo, aquela noite realmente foi memorável, entre eu e o meu marido. Depois eu só ficava pensando por que nos havíamos beijado? Qual foi a atração que nos pegou naquele momento? Seria só agradecimento ou havia algo a mais?

Na segunda feira lá pelo meio dia, estava no trabalho saindo para o almoço, quando meu marido me liga.

- Benzinho, eu tenho que fazer uma viagem para Porto Alegre, vou com meu chefe tem um negocio para ser fechado. Volto em dois dias. No máximo depois de amanhã. Vou passar em casa, fazer a mala e ir direto para o aeroporto.

- Está bom, lhe falei,

-Me liga quando chegar. Beijos

-Beijos

Eram 4 horas da tarde e ele me liga dizendo que já estava em Porto Alegre. Pouco depois, por molecagem ou curiosidade, liguei para o Eduardo.

-Oi, sou a Cristina, lembra-se de mim?

- Lembro claro, como poderia esquecer? Não paro de pensar em voce .

- Aquele beijo? É, eu também. Não me sai da cabeça. Você me desculpa, sou casada, não tinha por que…

- Ah! Eu adorei, só queria entender melhor o porquê, se a gente pudesse conversar sem pressa? E não se desculpe, eu percebi que você é casada, talvez por isso eu gostaria de entender melhor. Voce tem um tempo?

Se for essa noite tudo bem, meu marido está fora.

- Eu saio do trabalho às 6 horas, posso te pegar.

Marquei com ele as seis e mais alguns minutos na porta de uma livraria na Av. Paulista perto do trabalho dele, mas longe o suficiente da minha casa e do meu trabalho. Sabia que em frente da livraria tem um lugar onde é possível estacionar para entrar ou sair um passageiro. Falei que iria com o mesmo vestido branco que assim seria mais fácil dele me reconhecer. Ele me falou que era pontual. É só chegar uns minutos antes, sem esperar muito ou ficar de bobeira por que nessas horas a gente não quer encontrar com qualquer conhecido.

Saí do trabalho, fui até em casa e deu tempo de tomar um banho rápido e me arrumar. Coloquei o vestido branco e uma calcinha branca bem fofa com elástico na cintura e nas pernas. Estava me sentindo confortável, peguei um taxi e fui até a Av. Paulista.

No caminho pensava que não deveria ter dito que meu marido tinha viajado, Ele poderia querer se animar mais do que deve.

Ele chegou na hora combinada, entrei no carro, sorrimos um para o outro. Ele me mostrou uma sacola cheia de comida e falou.

- Vamos até meu apartamento. Eu preparo a janta, É minha especialidade. Sou formado na melhor escola de Chef du Cusine. Depois é mais discreto e seguro. Lugar cheio de gente pode não ser a melhor indicação para nós.

- Pode ser? Concorda? Sinta-se livre. Não quero te constrange-la por nada.

- Eu concordei, estava curiosa para saber o que iriamos comer.

No seu apartamento, ele me pediu para escolher uma música e ligar o som. Feito isso, fui para a cozinha onde ele cortava uns legumes, camarões enormes, pedaços de carne e também separava pequenas cumbucas cada uma com um molho diferente.

Fiz um gesto para ajudar e ele sorriu. Pegou dois copos tipo tulipa e abriu um champanhe. Encheu até a metade e me deu um.

Tim-Tim, bebericamos um gole e novamente nossos olhares se cruzaram como da primeira vez que nos beijamos.

Peguei dois pratos, talheres e uma toalha de mesa. Fui para a sala e montei a mesa com duas cadeiras uma do lado da outra seguindo uma sua instrução.

Ele trouxe uma vasilha cheia de coisas picadas e um gril desses de fazer sanduiche.

- Um tepan para dois, comentou. Estávamos sentados um bem do lado do outro. Ele encheu o gril com legumes.

-Primeiro vão os legumes que assam rápido. Borrifava um molho transparente como água e assim que assados ele ia pondo no prato e novamente enchia o gril com mais comida.

Com certeza, aquela preparação estava dando uma fome. As nossas mãos substituíam o garfo e se mantinham ocupadas em esvaziar o prato.

Na segunda fornada vieram os camarões. Para cada tipo de grelhado tinha um molho especial e ele sempre os regava com um molho da garrafa plástica.

- Que tem aí? Perguntei.

- O trivial, água vinagre, óleo, pouca mostarda, salsa e cebolinha. Ah! Eu ponho pimenta do reino e nós moscada também.

- Tudo era muito delicioso, e suave. Tempero na medida certa. Sabor que só um grande um grande Chef é capaz.

Para frente, a fome foi cedendo e a satisfação de estar ali era a melhor possível.

As mãos já não iam exclusivamente para o prato, percebi que algumas vezes eu passava a mão nas suas costas como um largo abraço, e que as mãos dele algumas vezes se apoiavam na minha coxa.

Bebíamos devagarzinho, quando outra vez ele tirou do gril dois grandes camarões colocando um em cada prato. Peguei o camarão do seu prato e coloquei metade na minha boca deixando que ele pegasse a outra metade com a sua boca. Daí para frente, mais nos beijávamos que comíamos.

Então as mãos já se entrelaçavam e com frequência eu acariciava suas costas ou colocava a mão sobre sua cintura apoiando o braço na sua coxa.

Comecei a sentir que os beijos se prolongavam e que sua mão começava a acariciar os meus seios. A fome agora era outra.

Começou a beijar meu pescoço e em seguida a gente se beijou longamente com a boca semiaberta.

Estava tudo muito bom, muito gostoso. Senti que ele abrir zíper e abaixar a parte de cima do meu vestido ficando os meus seios a mostra. Ele os acariciava e os beijava.

Na mesma reação, ajudei a ele tirar a camisa e passava a mão espalmada no seu peito. Eu me levantei e deixei o vestido cair no chão, ficando em pé com aquela calcinha branca na sua frente. Ele despiu minha calcinha e pude exibir a minha xoxota toda depilada.

Ele me pegou no colo e me levou para seu quarto. Lá tinha uma cama de casal. No tempo que desfiz as cobertas e sentei sobre o lençol, ele se despiu e sentou-se do meu lado. Começamos de novo a nos beijar e se abraçar de todos os modos.

Ele me abraçava e beijava meu pescoço. Então me reclinei no travesseiro e ele começou a beijar e lamber meus seios. Começou a beijar e descer para a parte abaixo dos seios, quando coloquei as mãos na sua cabeça e fiz menção dele voltar a me beijar na boca. Vi que ele entendeu e veio vindo para cima para me beijar.

Nessa hora, percebi que estava toda entregue a ele. Já não conseguia mais articular uma palavra sequer e em instantes eu percebi que iria ser toda dele. Olhava para ele com o olhar de uma presa que caiu numa armadilha e que esta prestes a ser devorada. Acho que só as mulheres conseguem ter esse olhar de que sabem que não tem como escapar e por outro lado desejam não poder escapar.

Junto com um beijo, senti estar sendo penetrada bem devagarzinho e até o final. Sentia o peso do seu corpo e estava tão gostoso, que percebi que iria gozar. Ele tirava e me penetrava bem devagar. Na terceira ou quarta vez eu gozei me abraçando aquele homem. Ele continuava a me comer, coloquei as mãos sobre a sua coxa, fui levantando passando pela sua bunda e subindo nas suas costas. Agora eu tinha certeza que alguém que não era meu marido estava me comendo e me fazendo gozar.

Então, me concentrei nele queria com o meu corpo o satisfazer totalmente. Eu já tinha gozado e agora queria que ele gozasse bem gostoso.

Continuava a me comer gostoso, abracei suas costas e com a mão quase na sua nuca o acariciava. Olhando para ele consegui sussurrar no seu ouvido.

- Vai amor.

Ele aumentava a frequência e eu queria corresponder mais. Estava muito gostoso e logo comecei de novo a sentir que novamente iria gozar. Era o ritmo de como ele me comia era a respiração que denunciava que iriamos gozar e então gozei novamente ao mesmo tempo em que senti que ele estava gozando dentro de mim. Abraçava-o e beijava-o agora eu era a mulher que o satisfazia e ele era um homem que sabia me fazer sentir nas nuvens e gozar.

Ficamos parados uns minutos um do lado do outro. Pensava que jamais poderia ter perdido essa oportunidade embora no fundo gostasse do meu marido.

Fui até o banheiro, notei que ele tinha gozado bastante e pensei:

- Ele goza muito, se houver outra oportunidade vou primeiro chupar para que ele goze bastante e gostoso na minha boca. Ria sozinha. Deixei o gozo molhar meus dedos e levei na boca para sentir o seu gosto. Depois me limpei me enxuguei e voltei para aquele ninho.

Deitei do seu lado e na posição em que fiquei minha mão direita encostava no seu pau. Então o segurei e o acariciei, foi aquele pau que me fez gozar. Ficamos ali conversando e eu não larguei o pau dele. Era como para dizer que queria mais, mas era mais para deixa-lo bem gostoso e tesudo.

Passou acho que uma hora e então senti que o seu pau foi ficando entumecido na minha mão. Olhei nos seus olhos e beijei sua boca. Ao mesmo tempo minha mão fazia uns carinhos mais fortes no seu pau. Ele estava deitado com o peito para cima e comecei a beijar seu peito, seu umbigo até que me aproximei do seu pau. Olhei para ele como quem olha um troféu e o beijei. Aproximei da minha boca e o chupei bem gostoso. Queria vê-lo gemer de tesão. Chupei bastante, ele então me pegou pelas axilas e me trouxe até o travesseiro. Beijou minha boca e começou a me beijar e chupar os seios, a minha barriga e começou a chupar minha xoxota. Que gostoso, ele chupou bastante e eu iria para as nuvens novamente. Passei a perna dele por cima da minha cabeça, agarrei seu pau e ensaiamos um sessenta-e-nove, muito bom.

Lembro que as relações com meu marido tem sido discreta, faz algum tempo que a gente não tenta um sessenta e nove. E ficar segurando o pau do companheiro. Acho que nunca fiz um carinho tão prolongado nele.

- É vou ser mais generosa e mais carinhosa com ele, pensava.

O Eduardo veio na minha direção. Estava com as pernas bem abertas lhe esperando. Ele foi metendo bem devagar e gostoso. A segunda vez é sempre mais demorada e caprichada. Como eu gostava de ver ele me comer, logo fui me excitando e gozei mais uma vez. Ele continuava a tirar e por aquele pau e me excitava novamente entrando em gozo seguidamente. Cada vez que eu gozava eu o chamava de meu amor, meu benzinho. Eu estava muito feliz. Uma hora eu falei

-Assim benzinho

-Gozou mais uma meu amorzinho.

Aquilo me gelou a espinha. Passei a morder o seu pau com a minha bucetinha, e a abraça-lo bem apertado e murmurei:

- Você me chamou de meu amorzinho, vem que sou toda sua. Me come, assim, bem gostoso.

Ele demorou um pouco mais. Eu me excitava e gozava, tinha perdido a conta de quantas vezes foram, quando sentir sua respiração ficar mais ofegante e senti ele gozar. Eu o abraçava e o acariciava, queria que ele se sentisse bem gostoso naquele momento.

Como foi bom, Virei para o seu lado e cruzei as pernas para não deixar escapar o gozo daquela maravilhosa relação. Nossas bocas se tocavam Minha mão acariciava aquele rosto bonito fazendo que ele se sentisse o macho que me deixou toda fodida.

Conversamos um pouco mais, estava cansada, mas não exausta. Ainda nos acariciávamos. Falamos do trabalho, da relação de casado. Ele revelou que estava afim de uma garota que era amiga de uma vizinha e às vezes aparecia pelo prédio e falava muito do seu trabalho que era bem interessante.

Pelas tantas ele me falou:

-Posso te pedir uma coisa amorzinho? Se você não quiser não precisa, Não vou ficar descontente por isso.

O que é? Fiquei curiosa.

- Queria meter em você mais uma vez. Pode?

Eu sabia que iria adorar e queria aceitar aquela terceira vez, Aliás, ele nem precisava pedir.

- Meu amor, meu corpo está aqui. Se você quiser, vem. Estou para você. O que você pedir eu faço.

Ele me beijou, acariciou meus seios e veio em cima de mim. Segurei seu pau, que já estava duro como uma rocha e fui ajeitando para ele entrar dentro da minha bucetinha. Achei que não iria mais gozar. Só que seria gostoso estar com ele em cima de mim me comendo. Pensava que ele iria demorar demais, por isso deixei que ele tomasse as iniciativas.

Foi igual, logo fui me excitando e cada vez que ele me apertava minha respiração denunciava o quanto estava amando aquela relação. Ele por sua vez também se excitou rapidamente e mais uma vez gozei junto quando sentia seu gozo uma vez mais dentro da minha xoxota.

Desta vez estávamos cansados e o sono viria em seguida. Desta vez deitei de lado, mas com as costas voltadas para o Eduardo. Ele me abraçou apertadinho, agarrando meus seios e senti o seu sexo no rego da bundinha e então ele falou:

- Agora sei por que se beijamos naquele dia. Nossos corpos precisam um do outro.

- Voce é maravilhosamente gostosa.

Sorri ao mesmo tempo em que concordava com ele. Trancei uma perna sobre a outra para não perder aquele gozo inesquecível. Ele puxou as cobertas e me cobriu. Olhei no relógio ainda era 9 horas da noite. Estava quentinha grudada no Eduardo, sentia seu sexo encostado na minha bundinha e sua mão no meu seio. Então dormimos.

Quando acordei, olhei no relógio passava um pouco das 4 horas. Dormimos mais de 7 horas sem parar e na mesma posição, pois acordei exatamente sentindo o pau do Eduardo no rego da bundinha e suas mãos no meu seio. Levantei, fui até o banheiro e tomei uma ducha. A ducha tinha muita água quente, era deliciosa. Tinha uma toalha limpa que achei que era para mim e de novo fiquei limpinha enxuta e cheirosa. Era muito cedo, voltei para a cama e deitei de lado na mesma posição até sentir encostar a bunda no sexo do Eduardo.

Ele acordou e estava sorrindo, virei o rosto para cima. Ele me beijou e me acariciou. Comecei a sentir seu pau crescer atrás de mim. Mais algumas carícias e como estava deitada de lado, escorreguei a perna de cima para frente, empinei a bundinha para ele me penetrar a traz. Segurei o seu pau e dirigi a ponta para comer meu cuzinho. Ele correspondeu, como sempre. Com um pouco de pressão, a cabeça do pau entrou e então ficou fácil dar uma marcha ré e o fazer entrar todinho no meu cuzinho.

O que mais gosto de dar o cuzinho é sentir o pau entrando nele. Depois quando ele entra e sai várias vezes, se sente menos. O Eduardo parecia saber e por isso ele tirava bem devagar, quase pondo todo o pau para fora e então voltava a penetra-lo todinho. Eu gosto. É delicioso sentir quando o pau vai entrando. Numa dessas, ele tirou tanto para fora que o pau escapou. Foi delicioso sentir ele me penetrar novamente.

- Que delícia amor. Exclamei.

Muitas mulheres falam que se masturbam enquanto dão a bundinha. Eu não, curto demais ter o cuzinho bem comido. Isso era outra coisa que faltava no meu marido, ele preferia muito mais comer a buceta a comer o cuzinho. Se ele soubesse como eu gosto, ele comeria meu cuzinho mais vezes.

Às vezes eu virava o rosto para que ele visse como estava satisfeita e para que ele me beijasse. Outas vezes punha o braço nas suas costas acompanhando o movimento dele me comendo. Em pouco tempo ele gozou. Gozou gostoso e gozou bastante. Apertei o cuzinho, sentei na cama e dei-lhe um imenso beijo de satisfação por estar na cama daquele macho.

Ele foi para o banheiro tomar um banho. Fui junto. Tomamos um banho junto, nos lavamos e aproveitamos para nos acariciar, beijar lamber e se chupar.

Ainda era muito cedo, deitamos nos cobrimos e tentávamos dormir um pouco mais, pelo menos descansar.

Mais para frente acordamos, Virei para o seu lado e começamos a nos beijar de novo. Ele veio por cima de mim e voltou a me comer. Que mágica tinha aquele homem que me fazia sentir uma mulher fogosa e gostosa. Fui ficando cada vez mais excitada, e ele acompanhava aumentando a frequência das estocadas do seu pau na minha xoxota e sem resistir comecei a gozar sem parar até sentir que ele também enchia minha xoxota com seu gozo.

Ele deitou do lado e eu me virei para o outro lado, trançando e apertando a perna para ficar com o seu gozo dentro de mim. Ele me cobriu e voltamos adormir mais um pouco.

Quando acordei vi que o dia começava a clarear. Queria dar um último abraço e agradecer aquela noite maravilhosa, mas nos enroscamos de novo e tive mais uma vez que ceder para aquele moço dar a sua terceira. Foi uma metida para não se esquecer. Novamente gozamos junto. Fiquei tão feliz que fiz questão de beijar e chupar aquele pau melado que me satisfez toda aquela noite.

Já era minha hora, Quem entra no trabalho as 8 era eu. O Eduardo tem o horário do comercio e entra às 9 horas. Fui até a sala, achei minha calcinha e o vestido branco. Calcei os sapatos, arrumei o cabelo e o batom. Quando voltei na sala, o Eduardo tinha preparado café, leite, pão bolacha, geleia, mel. Ele desceu toda a prateleira do armário. Queria me agradar de qualquer jeito.

- Ninguém sai com fome daqui de casa, brincou.

- Oh! Meu amor, não se preocupe comigo.

Tomamos um café junto, dei-lhe um grande beijo e saí. Passei em casa, troquei de roupa e fui direto para o trabalho.

Durante o dia sentia que alguma coisa escorria e deixava minha calcinha molhada.

-É o Eduardo, ele goza bastante. Pensava.

Quando meu marido voltar, vou atiçar para que ele de uma terceira. Ela é ótima. Vamos ver se durmo peladinha e grudadinha nele como fiz com o Eduardo. Com certeza vou ser bem mais generosa e carinhosa com ele.

Na hora do almoço meu marido me liga

-Amor, resolvemos tudo por aqui, estou voltando agora a tarde. Você pode me pegar no aeroporto? Chego as 7 horas.

Meu marido vai chegar todo cheio de tesão como ele sempre faz. Às vezes penso se nessas viagens ele não me trai. Homens tem tanta oportunidade além de que em todo lugar está cheio de boates e casas de mulheres. Mas acho que ele não me trai, pois sempre volta cheio de tesão me procurando.

Quando saí do trabalho fui até em casa. Tomei um banho me deixei limpinha e cheirosa. Fui até a gaveta das calcinhas, coloquei outra calcinha branca, vesti novamente o vestido branco e fui para o aeroporto.

Tem que ser o vestido branco com a calcinha branca, estão me dando sorte.

Quem mandou não comer?

Caros leitores, devo avisar que este conto é verídico e um pouco extenso. Tão verídico que omito datas e lugares. Nossos nomes são estes mesmos, afinal existem tantos outros marcos, marias, júlias, pedros, que me sinto tranqüila em revela-los. E meu objetivo é faze-los pensar sobre suas vidas íntimas. Amem seus parceiros intensamente. Do contrário, viverão uma vida monótona e infeliz. O que vou contar agora é verídico, e tenho certeza que um grande número de mulheres por esse mundo afora já passaram por essa situação, estão passando por esta situação ou mesmo fantasiam passar por esta situação. Não me considero nenhum expoente de mulher. Sempre fui uma menina normal, rosto simpático, jovem, seios médios, cabelos lisos negros, pele morena, gosto do meu corpo. Procuro manter pernas e bumbum sempre firmes, com um pouco de exercício e evitando sedentarismo. Entrei na faculdade mas não terminei. Acabei casando com Rafael, eu com 21 e ele com 32. No início tudo foi muito bacana. Apesar de ter tido alguns namorados e algumas histórias picantes, ele foi a primeira pessoa com quem transei de verdade. Até então as únicas coisas que tinham acontecido eram uma chupada que levei de um namorado, que por sinal foi meu primeiro orgasmo provocado por outra pessoa. Naquela ocasião, foi a primeira vez também que mamei uma rola. E também um namorado com quem fiquei muito tempo, numa ocasião em uma fazenda, em que tentamos um anal, mas ele foi nervoso e precipitado, e como foi muito desconfortável acabamos nos masturbando mutuamente. Fora isso, só com Rafa. Ele é atendente judiciário, logo que casamos fomos morar num apartamento bem localizado, adquirido com ajuda de nossos familiares. Os primeiros meses foram maravilhosos, com transas diárias fantásticas. Viajávamos, passeávamos, ele foi me ensinando tudo que eu queria saber sobre sexo. Gostávamos de assistir filmes eróticos e até tínhamos alguns brinquedos. Com dois anos de casados veio nosso primeiro filho. E as coisas começaram a mudar. Neste tempo procurei me dedicar à minha família, mas percebi que existem algumas coisas de que as mulheres precisam, como carinho e sexo. No meu caso, muito sexo. Passados seis anos, Rafa agora bebia e fumava. Só queria saber de futebol e churrascos com seus colegas de trabalho. Nossas noites agora se resumiam a algumas vezes no mês. Lembro que em algumas ocasiões ficávamos até quase três semanas sem transar. Apesar de sempre estar disposta, ele quase sempre estava bebido e com aquele hálito de fumante. Não haviam mais preliminares, era um papai e mamãe de cinco ou seis minutos e pronto. Comecei a ficar chateada. Em algumas oportunidades eu tomava banho e esperava ele na cama sem roupa, ali disponível. Outras vezes eu colocava uma roupinha mais ousada ou um filminho mais picante. Nada mudou. Minhas rotinas eram: levar e buscar menino na escola, supermercado, lava, passa arruma a casa, aquilo foi me deixando louca. Pois bem. Ocorre que no prédio havia um zelador recém admitido. Ele era um moreninho bem apessoado, devia ter uns 25 anos. Prestativo e cordial. As outras moradoras sempre falavam que ele era interessante e tal. Mas até então eu nem me preocupei. Ele também fazia a manutenção de todo o prédio, parte elétrica, parte hidráulica, sinais de TV e de telefone, enfim. Certa vez Rafa chegou meio bêbado e resolveu prosseguir com a bebedeira em um bar. Acabamos discutindo no saguão. Fiquei muito nervosa e comecei a chorar. O rapaz então acabou me acompanhando, pediu que eu me acalmasse, me deu um pouco de água e tal. A partir daí nos falávamos sempre. Quase que diariamente. Ele sempre muito respeitador. Vez por outra brincava, dizendo que eu estava muito chic, que eu estava bonita. Ele sempre fazia tudo que eu pedia. Pegava as correspondências, tirava vazamentos, pregava meus quadros de parede, enfim. Até que um dia fui pegar emprestado uma extensão elétrica na casa de uma vizinha no andar de baixo. Uma das poucas com quem tinha mais intimidade. Acostumada, entrei pela porta da cozinha, que não estava trancada. Chamei-a. Vi a extensão sobre a mesa da cozinha, peguei e fui saindo. Só que antes, resolvi voltar pra avisar que tinha pegado a extensão. Fui entrando até a sala e, ao me aproximar, vi algo inacreditável. Minha vizinha de pé, inclinada e apoiada no sofá, gemia ofegante, com a saia arregaçada até a cintura, enquanto o zelador, por trás, a fodia com vigorosas estocadas, segurando firme sua cintura. Ele parecia querer entrar nela. Era uma trepada forte, louca, nervosa, como se estivessem com medo de serem pegos ali, naquela situação. Ela apenas dizia: “vem assim… mais rápido… tudo…mais forte…rápido… antes que ele chegue… vai… me come mais…” Louca de vergonha e sem ser percebida me retirei em silêncio. Daí em diante meu sossego se foi. Dias se passaram e eu não parava de pensar naquela foda. Me senti estranha. De início, reprovei a atitude da minha amiga, pois era casada e tinha filhos. Mas lembrei que ela sempre reclamava dos mesmos problemas que eu. Falta de carinho e atenção, sexo sem qualidade, desinteresse do marido, enfim. De repente me vi com uma certa inveja dela. Não resisti e na primeira oportunidade que tive, comentei com ela o que eu tinha presenciado. Ela ficou verde e quase passou mal. Mas eu a tranqüilizei, disse que estava tudo bem e que ninguém jamais saberia daquilo. Então batemos um longo papo sobre casamento, sexo, e foi ótimo, pois ela queria desabafar e eu também. A partir daí viramos confidentes mútuas. Ela me contou de outros casos que teve, de como fazia sexo casual pra não se comprometer, enfim. Certo dia comentei com ela que não parava de pensar na transa dela com o zelador. Ela achou o máximo e disse que eu deveria experimentar, pois ele era muito gostoso e discreto, que tinha uma rola grossa deliciosa, que ficava horas de pau duro, e mais todas as besteiras possíveis. Fiquei espantada e disse: “você é louca? Nunca faria isso!! Não tenho coragem. E mesmo que tivesse jamais me perdoaria…” Ela respondeu: “você não merece viver assim. Deve experimentar pra ver como é. Saber o que é bom. Pois daqui a pouco tempo estaremos mais velhas e vamos acabar frustradas e infelizes”.

Os dias passaram e foram diversas siriricas pensando naquela conversa e naquela imagem que tinha visto. Eu estava subindo as paredes. Todas as vezes que via o zelador, ia pro banho com um brinquedinho tentar abaixar o fogo. Certo dia ele me ajudou a subir com as compras, como sempre fazia. Ofereci-lhe um suco. Ele aceitou e quando estávamos na cozinha, ele disse que tinha conversado com minha amiga e sabia de tudo que aconteceu. Eu fiquei branca de vergonha. Ele disse então pra mim ficar tranqüila, que estava tudo certo, que eu não me preocupasse. Ele levantou pra ir embora e eu o acompanhei até a porta. Era de manhã. Meu filho e meu marido não estavam, é claro. Quando chegamos no corredor, já próximo a porta, ele me beijou. Atônita, mas com a buceta pingando, eu o empurrei com certa violência: “o que é isso? Ficou louco? Eu sou casada! Pare com isso!”. Mas pra minha surpresa, ele me abraçou firmemente e invadiu minha boca com sua língua, encostando-me na parede do corredor. Tentei me livrar, mas ele habilmente me imprensava na parede com seu corpo, e uma de suas mãos rapidamente subiu pelo vestido largo que eu usava, encontrando minha buceta ainda por cima da pequena calcinha que vestia. Ali ele já percebeu a umidade e o calor da minha xoxota. Instintivamente eu respirei fundo: “por favor, pare…não podemos…”. Ele disse: “calma dona Júlia… a Ana (vizinha) me disse do que você precisa… e é isso que eu vou te dar agora… eu sempre quis comer você… sempre senti tesão por você…” Aqueles termos, aquelas palavras, aquela situação, o medo, o volume do membro dele se esfregando em mim, me enfraqueceram completamente. Meu corpo simplesmente amoleceu. Ele habilmente abaixou as alças do vestido expondo meus seios com os bicos super-duros. Ele já beijava e lambia meu rosto, pescoço, seios, barriga… eu ali, cheia de medo e tesão não conseguia reagir. Ele tirou minha calcinha. Quando percebi, ele já estava com a calça no calcanhar, e um enorme pênis brilhante e duro. Eu estava mole como uma marionete. Ele então suspendeu uma de minhas pernas e deu aquelas duas pinceladas com a cabeça do pau na minha racha. Minha buceta escorria uma confusão de líquidos. Ele então ficou entre minhas pernas e me suspendeu, segurando pelas minhas nádegas, e eu com as costas na parede. Eu estava ali: suspensa no ar, totalmente arreganhada e sem defesa, enlouquecida de tesão. Nesse momento ele invade minha buceta com aquela rola enorme, me preenchendo por completa. Sinto seus ralos pentelhos encostando na minha buceta. Ele entrou até o limite. Eu podia sentir ele chegando até o útero. Nesse instante a comparação foi inevitável. Meu marido nunca tinha chegado até ali. Ele parou dentro se ajeitou um pouco. Segurou firme a minha bunda e começou um vai e vem lento, mas bastante firme em minha buceta: “toma, gostosa…toma. Era isso que você queria, né?? Então dá essa buceta pra mim, dá?! Quer que eu meta assim em você? Está gostando, meu amor?? Então eu vou te fuder bem gostoso, viu??” E começou a socar com força e o mais fundo possível, suas investidas eram firmes, meus seios tremiam a cada bombada. Neste momento eu dei o primeiro hurro de orgasmo. E cravei as unhas nas costas dele. Eu sempre quis ouvir e dizer aquelas coisas safadas que só via em filmes. Então eu aproveitava: “Caralho, que delícia… me fode assim… me come com tudo… eu queria mesmo uma rola de verdade…me come bem fundo que eu vou gozar de novo…mete esse caralho com força na minha buceta…puta que pariu, que delícia…” E o zelador me fudeu ali,de pé, no corredor da sala, por quase vinte minutos. Eu gozava, gemia, chamava palavrões e ele ali, de pau duro, me comendo sem pena, suado, até que senti seu pau latejar dentro de mim, suas pernas tremeram e sua respiração ficou mais rápida, enchendo minha buceta de esperma. Em suas últimas estocadas ele procurou mais profundidade, e acabei gozando juntinho com ele. Fiquei tranqüila porque minhas pílulas anticoncepcionais estavam em dia, funcionando. Finalmente, com as pernas ainda bambas eu coloquei os pés no chão. De mim escorria um gozo espesso e branco, em quantidade considerável. Fui até a cozinha pegar um pano. Aproveitei e me limpei. Quando voltei à sala ele já estava recomposto. Muito sereno e seguro, ele disse: “Dona Júlia, eu já vou indo. Caso precise de mim, é só chamar”. Ele saiu. Tomei banho e naquele dia não fiz mais nada. Fiquei deitada assistindo tv, depois peguei meu filho na escola e dormi a tarde toda. Acordei com o Rafa chegando, já quase à noite. Estava satisfeita, desestressada, fortalecida, relaxada, enfim me sentia muito bem. Tive que concordar com minha vizinha Ana. Eu realmente estava precisando de uma boa trepada. Depois fiquei um pouco pensativa, me sentindo culpada e tal. Mas o Rafa continuava indiferente, bebendo, fumando, e sem apetite por mim. Nossas transas eram completamente sem sal. Eu estava ficando novamente com aquela sensação. Não parava de pensar naquele corredor, na transa incrível com o zelador e em tudo que aconteceu. Então cometi um erro fatal. Decidi que iria dar pra ele de novo. Desta vez eu esperei Rafa sair de manhã e de imediato desconectei o cano embaixo da pia, o que é bem facilzinho e nem precisa de ferramenta. Liguei pra portaria e pedi que meu zelador viesse até o apartamento consertar pra mim. Desta vez eu o ataquei. Quando ele entrou no banheiro eu fui logo agarrando ele: “quem precisa de cano sou eu, viu?!!” Naquele dia eu dei um show de boquete nele. Depois sentei meu zelador no vaso sanitário e cavalguei firme naquela rola. A novidade foi que, naquele dia, pela primeira vez desde a minha juventude, senti finalmente uma rola invadindo meu rabo. E ele foi muito paciente e habilidoso. Eu deitei de quatro com rostinho no chão. Ele trabalhou bastante com a língua no meu rego e depois pediu pra eu abrir a bundinha pra ele. Com as mãos, eu abri minhas nádegas o máximo que pude. Ele forçou até que a cabeça entrasse. Ao sentir aquele ardume eu reclamei, mas ele parou e esperou até que eu relaxasse. Não sei explicar, mas de repente foi ficando gostoso. Quando dei por mim, eu mesma já forçava meu corpo pra trás pra recebê-lo mais fundo. Gozei gostoso com os dedos dele no meu grelo enquanto ele ejaculava dentro do meu ânus. Daí por diante, foi foda atrás de foda. Trepávamos quase que diariamente. Tudo era motivo pra eu dar pra ele. Canos, baratas, correspondências, gás, quadros, enfim. Tornamo-nos os reis das “rapidinhas”. Ele já me comeu na cozinha, na sala, no closed, no quarto do meu filho, no elevador, na lixeira do prédio e, é claro, no quartinho do zelador. Comecei então a ficar mais ousada. Certa ocasião, enquanto o Rafa bebia na sala assistindo a um jogo de futebol, meu zelador me castigava por trás enquanto eu lavava a louça. A última grande loucura foi quando Rafa viajou a trabalho numa terça-feira. Desta vez, meu zelador dormiu na minha cama e me comeu à noite toda. Foi tudo como eu sempre imaginei. Fudemos de pé, sentados, deitados no chão, no banheiro, comeu meu rabo várias vezes, me fez engolir esperma, gozou na minha cara, enfim. Realmente me consumiu. Hoje quase não sinto falta do Rafa. Não me importo em apenas cumprir minhas obrigações de esposa, pois na situação que me encontro consigo satisfazer todas as minhas loucuras sem comprometer a integridade da minha família. Fica aqui meu recado para os mais conservadores: Boa parte de um casamento consiste em afinidade sexual. Toda mulher gosta de carinho, compreensão, respeito… mas nunca se esqueçam que toda mulher gosta mesmo é de uma boa trepada. Toda mulher quer ser bem fudida, toda mulher também quer gozar. Uma mulher tem que ter seu dia de puta. Se o marido não proporciona este dia, acaba perdendo seu espaço. Espero que tenham gostado. Um grande beijo.

Fudendo com meu professor

Eu tinha um professor, mais do que gostoso! Alto, moreno, Forte, tinha mais ou menos 1,90 de altura! Uma delicia.

Sempre que eu encontrava ele, tremia, e acho que ele já tinha percebido isso.

Passamos anos só se olhando, e nada mais. Até que cresci, tava Já no primeiro ano, com 15 anos. Ele era professor de educação física, e por isso eu não faltava UMA aula se quer! Quando eu tava com 14 anos no final do ano colegial, percebi que o professor não me via apenas como uma aula qualquer. Aposto que ele queria mais algo, igualmente a mim!

Ele estava com vinte e dois anos nessa época. Ainda no final desse ano, sempre ele me chamava para conversar reservadamente, eu sempre ia ele enrolava, e acaba que não falava nada!

E pronto, que acabou o ano. E na minha formatura lá estava ele, lindo como sempre e não parava de me olhar! Chegou em um canto, que eu estava com uns amigos. E falou que precisava falar a sós comigo, e mais uma vez fui. Fomos a uma sala, que não tinha ninguém e ele começou a falar que eu era a melhor aluna dele, e que ele me admirava demais, e que sentiria minha falta nas férias. Mal acreditei, logo fiquei toda vermelha. Ele então falou pra que eu não precisava ficar envergonhada, pois eu era muito linda e meninas lindas não tem vergonha de nada na vida (meio sem noção né). Aí então ele foi se aproximando de mim, e cherou meu pescoço. Mas logo bateram na porta, morri de ódio, acho que ele também.

Era a minha professora de ciências, que tinha uma quedinha por ele. Então ela o puxou para fora, e me deu tchau. Eu meia sem graça fiz cara de feliz, mas senti a maior raiva do mundo!

Passou a formatura, e as férias..

Foi a pior férias da minha vida, até parece que demorou dez anos para acabar!

Todo dia eu pensava naquele gostosão, imagina, Um negão de quase dois metros de altura, o que não carrega na cueca hein?

Primeiro dia de aula. Eu não agüentava de saudade daquele gostoso! Então olhei logo o quadro de aulas, adivinha só.. Segunda-Feira Já com aula de ED.Física, e nos dois últimos tempos.

Entrei então .. A horas passaram rápidas demais! E Fomos então para a quadra. Quando entrei lá parecia que o professor tinha visto uma fada, Não parava de me olhar me deixando arrepiada de tesão.

Então o professor falou: Alunos, joguem o que quizerem aê, que vou ter um papo com a Renata (Eu / nome fictício).

Ele então me puxou pelos braços, Os alunos até pensaram que ele ia me bater ou coisa tipo.

Fomos então pra sala do primeiro ano, ele tava com a chave.

Eu estava de saia bem curta, e a blusa do uniforme. E ele estava apenas de calça larga, sem blusa. Ui

Ele então veio passando a mão na minha bunda, levantando minha saia, encostando seu peitoral em mim.

Não agüentei, dei um beijo nele. Ele então tirou minha blusa, me jogou encima da mesa dos professores, e começou a beijar meu pescoço. Logo tirou meu sutiã e começou a mamar meus peitos, como se fosse um cachorrinho faminto.

Então ele com aquelas mãos enormes, deliciosas, puxou minha saia para baixo. E enfiou o dedo dentro da minha calcinha, chegando a minha buceta.

Então eu comecei a tirar a calça dele, e apertando seu pau por fora da cueca.

Aquele pau então, duro demais quase que fugindo da roupa; Ele me colocou sentada na mesa, e arrancou minha calcinha. Abaixou-se todinho, e começou a chupar minha buceta.

Depois começou a lamber meu grelinho, passando as mãos nos meus peitos.

Eu ali gemendo, de prazer. Cada vez que eu gemia, ele apertava meus peitos com aquelas mãos gostosas.

Então eu falei pra ele, que era minha vez. Desci da mesa, fiquei de joelhos, e bati uma punheta pra ele, chupando suas bolas, e olhando pra ele, com cara de desejo!

Ele ficava doido, puxava meu cabelo. Então ele gozou, na minha boca. Nunca vi tanta porra na vida! Ele era um monstro!

Então ele me sentou novamente na mesa, de perna aberta. E Enfiou seu caralho dentro da minha buceta, lambendo meus peitos.

O pau dele era tão gostoso, que gozei em pouco tempo. Ele continuava a meter.

Pegou então na minha bunda, e enfiou um dedo, depois dois. Até três.

E falou que eu já tava preparada para ser enrabada!

Me pois de quatro, no chão da sala e comeu meu cuzinho, como nunca nenhum homem tinha comido! O melhor pau que eu já vi, e senti!

Então ele meteu até gozar. Enquanto massageava meu clitóris, até eu gozar.

Gozei mais uma vez. Então ele me pegou no colo, e começou a me beijar! Mas assim, olhamos pro relógio, e já estava quase na hora da turma ir embora, e provavelmente a faxineira iria subir para limpar a sala.

Então colocamos a roupa rápido, nos beijando ao mesmo tempo.

Saímos da sala de mãos dadas, como se fossemos colegas de sala.

Então, as pessoas que iam embora comigo, me chamaram e fui embora. Dando um leve beijo no rosto do Rodrigo ( O PROFESSOR ).

No dia seguinte, cheguei no colégio e fui correndo a quadra. Ele me esperava ansioso.

Então ele perguntou se eu não queria ir pra um lugar mais adequado, para de transar.

Eu então topei, ele me ajudou a pular o muro da escola e me deu a chave do carro dele, para esperar laá.

Então fiquei no carro dele, e ele veio sorrindo como nunca.

Entrou no carro, e logo me beijou, acariciando minhas coxas! Fomos a um motel perto dali;

Entramos no quarto, ele logo me jogou na cama e pulou logo em seguida.

Eu subi encima dele, desabotoando o Jeans dele. Acariciei seu pau por cima da cueca, já duro e enorme como sempre.

Então ele tirou minha blusa, e mordendo meu peito por cima do sutiã, desabotoou o sutiã, como um cão selvagem!

Lambendo meus peitos, ele tirou meu short e começou a me alisar por cima da calcinha, então abaixou-se e tirou minha calcinha com a boca!

Tirou, e logo começou a chupar minha buceta. E dando fortes linguadas lá dentro! Então eu abri as pernas, e ele me pois no colo dele, me fazendo kikar encima do seu pau.

Então começou a meter forte, e rápido. Até que gozamos junto!

Então ele me pois de quatro e comeu meu cuzinho, como só ele sabia fazer! Uma delicia.

E logo gozou de novo.. Fomos então para o banho, ele me deu um banho, lavando minha buceta como se eu fosse um bebê!

No banho, então transamos de novo, e dessa vez ele gozou duas vezes.

Então terminamos o banho, e ele me levou novamente ao colégio, antes que a turma saísse, ficou esperando comido na esquina do colégio. Nois dois de mãos dadas, e quando não tinha ninguém na rua, dávamos uum beijo e uma apalpada um no outro.

Então a turma saiu, ai eu fui aos colegas que ia embora, antes dando um beijo na testa do professor.

A turma perguntou, porquê eu matei aula e estava de uniforme, e ainda de cabelo molhado mostrando que tinha saído de um banho.

Falei então a eles, que tinha ido a praia com um conhecido, e perdi a noção do tempo.

Desde aquela vez, todo dia eu matava aula para fuder com aquele gostoso! Com isso, repeti o ano colegial! No ano seguinte, descobri que estava grávida. E tive que largar o colégio!

Então depois meus pais descobriram, e me mandaram para fora da cidade, fui morar com meus avós! Mas sempre o Rodrigo me ligava, até que um dia resolveu fazer as malas e ir morar onde eu estava! Eu como era vidrada nele, amei isso, Foi a coisa mais feliz que aconteceu comigo, Eu já com meu filho que tinha naquela época cinco meses, e eu com dezesseis para dezessete!

Aí quando o Rodrigo veio, voltamos nosso caso! E o Rodrigo sempre cuidando do nosso filho, até que casamos, e estamos juntos a Cinco anos!

Ninfeta virgem fudida pelo amigo do irmão

A historia q eu vou contar aconteceu a 4 dias  ,  ia ter uma festa na minha casa sabado dado isso,quando foi segunda feira de manhã começei a passar muito mal,fiquei o dia todo assim ate que terça feira acordei toda suja… de sangue eu mestruei ! deci e contei para minha mãe ela naum ficou muito contente pq sujei o lençol todo mas disse q ja estava na hora… tudo bem mas o meu corpo se desenvolveu rapido d+      e todos perceberam como meu seios tinham ficados grandes e minha bunda tb me assustei um pouco quando na sexta fui me olhar no espelho  veii eu tava muito diferente e pelo visto gostosa arranquei muitos olhares do meu irmão e decidi ficar no meu quarto pq eu deixei ele de pau duro rs’    
quando chegou a festa coloquei um vestido me aprontei e desci … foi descer e todo mundo ficou olhando pra min mas ninguem teve coragem de comentar… percebi um pessoal diferente uns amigos do meu imão  alguns eu ja conhecia mas havia três q eu nunca tinha visto como naum estava me sentido bem com aquela situação foi para area do jardim e fiquei na rede me cobrindo com ela propia … uma amigo do meu irmão passou por ali e me olhou aliviado por estar coberta e puxou papo cmg… dps de um tempo sentei na rede e disse q ia até a piscina e disse q ia chamar o pessoal como estava muito sol havia descido de biquini fui até la e gritei: Gente piscina… ! quase todo mundo  na piscina) ficavam mergulhado pra me ver ! estav muito constrangida decidi dar uma de puta nadei e vi que todos osq estavão me olhando de pau duroooo !!!!  quando olhei aquele gatooo do amigo do irmão todoo saradão e molhado fui a loucura me buceta  tava pegando fogo e num tirava os olhos dele e ele percebeu.
ele foi até min e minha vontade era gritar:oh me come !  o pau dele naum abaxaiva e ele começou a conversar cmg. todos tinham tirado os olhos de min (bronca dos meus primos e o meu irmão kkk)ele perguntou se eu queria dar uma volta na orla bem ali em frente.
tudo bem aceitei, sentamos num banco e conversamoos (eu estava só de short e biquini)
derrepente ele me agarrou e me deu um beijo daqueles correspondi… ele começou a passar as mãos na minhas pernas nos meu seio,nos meus cabelo… me soltei do beijo e disse: aqui naum ! ele sorriu e comentou :achei q vc fosse me parar ! eu ri e disse: vc me deixou com muita tesão  e dei um sorriso safado e abaixou e falou na minha orelha : ah é sua putinha vc quer q eu te coma ?  quero sim ! entaum ta
ele foi até o carro e me conduziu até ele entramos e ele dirigindo começou passar a mão em min  , eu virgem sem saber oq fazer com aquele homen de 19 anos me acariciando pedi pra ele se consentrar q chegariamos mas rapido
ele me levou ao apartamento dele  chegamos la subimos e abriu a porta me deu uma empurradinha pra dentro  assim q entrei eu disse :eu sou virgem ele disse:hum deliciaa….entaum me come porque naum aguento mais estou toda mole de tesão : vou te mostrar oque é mole . me pressionou contra a porta e me bejou muito comecei a passar a mão no cacete dele grande e grosso e a gemer de tesão com ele alisando meu corpo gemi muito … me desprendi dele e disse vamos para a sua cama puxei ele pela mão… chegamos no quarto e ele deitou descidi dar uma de puta fui indo engatinhando até chegar aquela pica tirei a bermuda dele e a blusa e ele tirou meu short começei a arranhar aquele barriga de tanquinho malhado com as unhas enquanto acaricia o cacete dele : tem certeza de que naum é virgem ….? só sorri tirei a sunga e aquele troço de 22 cm pulou pra fora enfiei aquilo na boca lambia da cabecinha até as bolas e chupei com vontade quando vi qui ele ia gozar disse pra ele ! goza em min todinha ele falou entaum ta sua vadia meu gozou no peito na boca  e disse agora é a minha vez me empurrou abriu minhas pernas com violencia e começou a chupar meu grelinho e enfiou a lingua na mina xana fui a loucura me contorcia de tesão e gemia muitooo eu gozei na boca dele feito louca oh q delicia … virei em sentei naquele cacete bem divagar ai quando chegou no meu himen ele falou quer = a bandaid e eu entedi e disse sim ele me pegou pela cintura e bum arrebentou naum doeu quanto eu esperava q doesse mas sangrou bastante ele nem ligou mas saiu de baixo eu levantei . ele me pegou me colocou no colo dele de forma q o cacete dele entrasse em min e começou a bombar cmg apoida na parede  e eu gritava ai q delicia me come me come        vc quer sua puta vagabunda ? agr vc é minha vadiazinha oh q delica gemia muito e ele me chingava muito dps gozamos juntos. fomos no chuveiro e nos chupamos mas ja estava na hora de ir 

vamos antes q alguem de minha falta quando chegamos niguem percebeu mais foi uma delicia ele riu pra min e eu me exibi pra ele teve varias outras dps dessas mas isso eu conto em outra ocasião.

Brincando com o menino…(hetero) 

Recebi em casa uma amiga de há longa data que aproveitou o fim de semana prolongado para vir até ao Porto descansar, trouxe o filho, o Miguel, lembro-me dele um miúdo e já está um homem, quase não o reconhecia, mas mantinha aquele ar inocente e tímido, nisso não mudou nada.

Fomos a uma esplanada junto á praia, falamos imenso as duas, do Miguel, quase nem se dava por ele, calado, evitava o contacto visual, mas não passou despercebido a forma como me olhava disfarçadamente, passou a tarde a olhar para o meu decote, evitei olha-lo para não o intimidar, no fundo, eu estava a gostar de ser observada, era apenas uma brincadeira, mas era giro, não evitei de abrir um pouco o decote, de cruzar a perna, até porque, adoro estes joguinhos de sedução.

A timidez dele agradava-me, já em casa, não evitei deixar cair algo para ele ser simpático, não evitei debruçar-me sobre a mesa com o decote todo para ele, não evitei as risadas nem o contacto fisico e não descansava enquanto não o provocasse mais, jantamos e a Andreia foi visitar outra amiga nossa que não via há imenso tempo, o Miguel estava indeciso se ia com ela ou não, -não vás Miguel, fica comigo e vemos um filme, tou farta de tar sozinha. Ele sorriu e ficou.

Enquanto fui ao duche pedi-lhe se me instalava um programa no pc, no meu quarto, ele foi de imediato, um duche rápido e entro no meu quarto com uma cueca e toalha de banho e ainda a limpar-me, quando me viu não conseguiu evitar, os olhos dele foram para os meus bicos ainda molhados, ficou atrapalhado, não dizia coisa com coisa, pedi-lhe desculpa, não me lembrava que ele estava ali, mas agi com naturalidade, pus uma t shirt. Enquanto me explicava o que fez no pc, eu “inocentemente” encostei o meu peito no braço dele e rocei um pouco, o rapaz estava a explodir, e eu, estava a adorar aquilo.

O Miguel foi-se trocar, vi-o a passar para a sala, com um pijama de verão, tipo calção, bem, o rapaz cresceu mesmo !!!! Eu tinha que estar á altura para ver até onde ia a sua timidez, não queria nada com ele, mas o jogo, eu adorava.

Vesti um robe de seda, bem curtinho e decotado, sem soutien e com umas cuecas pretas, rendadas, sentia-me poderosa, sentia-me sexy … .

Ele estava no sofá pequeno, eu deitei-me no grande, de forma que ele me pudesse ver, eu sentia o olhar dele, levantei a perna, deixei abrir um pouco o peito, joguinho excitante, mas não me bastava, quis forçar um pouco mais. O filme ia agora começar, sentei-me e insisti para ele vir para o meu sofá pois via muito melhor o filme dali, agora reparei melhor nas pernas dele … e no peito, cresceu mesmo, está um homem.

Sentou-se a meu lado, eu, dobrei as pernas no sofá e virei-me para ele, senti o robe ligeiramente aberto, fiz-me despercebida, ele não sabia para onde olhar, estava todo atrapalhado, eu sorri, apalpei-lhe os peitorais, -Olha para ti, quando te conheci eras um miúdo de 10 anos e agora é o que se vê, não te devem faltar miúdas Miguel, tu namoras? Logo respondeu que não, não resisti, pus a minha mão na perna dele, ficou estático, -Já estiveste com uma mulher? Ele corou, não respondeu, apenas esboçou um sorriso, -Relaxa Miguel, estamos só a conversar, não precisas de responder, desculpa. Sorri, encostei-me mais a ele, voltei aos peitorais –Não posso crer, quem diria que aquele miúdo esquelético se ia tornar neste homem … A minha mão foi descendo a barriga dele, parei na perna, deu para levemente sentir o pau dele bem excitado, ao mesmo tempo, com o meu movimento o robe abriu-se, olhei a televisão, ele fitava o meu peito de uma forma obcecada, naquele preciso momento eu tinha que parar, eu tinha que continuar a controlar mas o meu desejo puxava-me, o rapaz estava-me a deixar doida sem sequer me tocar, ou por isso mesmo. A minha mão voltou a subir um pouco, toquei no pau dele por cima do pijama, a respiração dele parou, parou mesmo, desta vez parei ali mesmo, levemente apertei um pouco, estava uma pedra, eu estava a ficar doida com aquilo tudo, não resisti á tentação e meti a mão um pouco dentro do pijama, senti os pêlos, o pau estava ali mesmo, agarrei-o pela base, que coisa maravilhosa, estava uma pedra, por minha causa. Não o larguei mais, com a outra mão tirei o pijama de cima e ali estava ele, lindo, enorme, massajei-o suavemente, o robe meio aberto, ele admirada o meu peito, o olhar dele estava possuído de desejo, o rapaz estava doido. Quase me deitei no colo dele, tirei um braço do robe, o meu peito na perna dele, segurei novamente o pau, pus aquela cabeça linda toda cá fora, olhei-o bem nos olhos enquanto os meus lábios o abraçaram, lambi-o da base á cabeça, parece que ainda o sinto na minha boca, chupei-o com paixão, estava doida, perdida de desejo, ele ia explodir na minha boca, parei um pouco, levantei, com sensualidade deixei cair o que restava do robe, passei as mãos nos meus seios e entre as pernas, lentamente tirei as cuecas, aproximei-me, sentei-me em cima dele e dei-lhe as minhas mamas para a boca, ele agarrou-as e chupou-me os bicos de tal forma que perdi o já pouco controlo que tinha em mim, beijou-me os seios, a língua quente nos meus bicos excitados, um estado de loucura sem controlo, o pau dele roçava entre as minhas pernas, queria-o dentro de mim, beijava-me os seios com as mãos nas minhas costas, quando, sinto algo quente mesmo á entrada da minha vagina, quase parei, com as duas mãos seguro a face dele diante da minha, olhos nos olhos e lentamente sinto cada milímetro a entrar em mim, sinto-me inundada de prazer, venho acima, fecho os olhos e entra tudo em mim, abraço-o e estou nas estrelas, na mais perfeita dança entreguei-me como nunca. O Miguel agarrou-me forte na cintura, deitou-me no sofá, senti-o todo em mim com tanta vontade, eu gritei ali mesmo, ele deu-me tudo, agarrou-me com força, os olhos dele estavam possuídos, ele entrava em mim com estocadas fortes, gritei em orgasmos loucos, ele meteu tanto dentro de mim, ele veio-se com tanta vontade e meteu tudo em mim até á ultima gota, abrandou, deu ainda mais uma estocada, e mais outra ainda, ate ao limite das suas forças meteu tudo agora mais devagar. Corpos nus, suados, cheiro a paixão, ali ficamos algum tempo a recuperar as nossas forças e a tentar perceber como tudo aconteceu …

Toca a campainha, era a Andreia, minha amiga de sempre e Mãe do Miguel, apressadamente ele vai para o quarto, componho o robe e recebo-a normalmente.

Ainda ficamos um pouco na sala a conversar, mas, eu tinha que falar com o miúdo antes de dormir, esclarecer o que se passou.

A Andreia foi-se deitar mas como sempre o fazia, devia ainda ler um pouco antes de dormir pois a luz estava ligada, o quarto dela era mesmo ao lado do filho, deixei passar alguns minutos, silenciosamente lá entrei, ele estava sentado na cama, nu, puxou o lençol para cima das pernas, eu sentei-me ao lado dele, e pedi-lhe, assustadamente, com o coração a mil, que ninguém soubesse do que se passou, principalmente a mãe, ele concordou. Eu sorri de alívio, passei-lhe a mão carinhosamente pela face e levantei-me, ia-me a dirigir para a porta quando ele se levantou, todo nu, desta vez fui eu que paralisei, “ele” estava em pé, todo excitado, aproximou-se de mim, quando os lábios dele tocaram os meus as minhas pernas perderam as forças, eu tinha que sair dali, a mãe estava mesmo ao lado, mas não consegui, abriu o robe e abraçou-me apertadamente, beijamo-nos com paixão, acabamos junto á parede, os lábios dele no meu pescoço, desejo louco de prazer, virei-me de costas e rocei o meu rabo “nele”, segurou-me na cintura e possuiu-me ali mesmo, a forma como me segurava, como me possuía sem parar é indescritível, um orgasmo tão profundo inundou-me de tal forma que quase caía no chão, as minhas pernas tremeram, fiquei sem força. O Miguel segurou-me até á cama, deixei de controlar o que quer que fosse, era dele por completo, fechei os olhos, ele abriu-me bem as pernas, senti algo molhado e quente no meu clítoris, ele lambeu-me, ele chupou-me, pus uma almofada na cara, não conseguia evitar os gemidos, gozei e gozei e gozei. Senti-o a subir, a boca nos meus bicos, depois no meu pescoço, meteu-o á entrada da minha vagina e fez-me ir ás estrelas, que homem !!!

Estava arrasada, sem forças, louca de prazer, o instinto levou-me ao pau dele, segurei-o e beijei-o com paixão como nunca, senti a excitação dele, senti-o quase a vir-se para mim e não parei, chupei-o chupei-o sem parar, ele segurou-me a cabeça ate sentir um gemido, um espasmo, veio-se todo na minha boca, lambi-o todo até ao fim, prazer sem limites …

 Dando por acaso! 

Eu iria passar uma semana no nosso sítio, descansar um pouco da rotina da grande cidade e me preparar para a volta às aulas após as férias do meio do ano. Ficaria sozinha, pois minha mãe não conseguiu coincidir suas férias. No sítio vivia apenas o caseiro com sua esposa e filho adolescente, mas não se preocupem, o que vou narrar não tem nada haver com essa família.

Era sexta-feira quando liguei na cidade mais próxima (que fica a pouco mais de vinte minutos do sítio) pedindo o atendimento de um técnico em antenas parabólicas. A firma enviou um rapaz, e, ele chegou no horário combinado, incrivelmente no horário preestabelecido pela empresa. E esse horário foi ao meio-dia.

Por volta das duas ele terminou o serviço. Deixei-o à vontade na casa, ele subiu ao telhado, ajustou a antena, sintonizou o receptor e foi ao terraço para receber pelo serviço.

Eu não fazia ideia de o que iria acontecer, estava sentada numa cadeira de balanço, lendo o romance de Arthur Golden - Memórias de Uma Gueixa, fascinante por sinal.

Eu estava de short curto, largo e de pernas cruzadas, acho que o rapaz viu algum detalhe de minha bundinha devido o cruzar das pernas e se excitou, pois, logo vi o volume crescer em sua calça jeans. Reparei de soslaio no meu decote, nada provocante, comum: uma blusa de malha. Eu não usava sutiã, mas meus seios estavam normais, nada de biquinho retesado ou qualquer anormalidade capaz de provocar ao rapaz a inesperada ereção. Então percebi que pela cruzada de pernas seria possível ver a minha minúscula calcinha vermelha e parte da minha nádega.

Não liguei pra ereção do rapaz, o acompanhei e logo parei diante do televisor para conferir o trabalho prestado. Serviço de primeira, perfeito. Perguntei-lhe quanto me custara e ele emitiu a nota. Eu o pedi que aguardasse e fui providenciar o dinheiro. Após pagá-lo, ofereci-lhe um café. Ele aceitou. Convidei-o à cozinha e lhe servi uma xícara.

— É café de garapa! — disse-lhe. — Adoro fazer café com garapa.

Ele sorriu e disse que estava bom e brincou:

— Já pode casar!

Até então eu não tinha pensado em nada erótico, nada que pudesse preceder uma transa ou qualquer coisa que inspirasse a isso, nem mesmo a ereção que presenciei minutos atrás. Retruquei, sem nenhuma intenção secundária:

— Se eu tivesse ao menos namorado, sua frase se encaixaria perfeitamente na minha vida.

Bobagem a minha. Ele investiu. Parecia que eu havia lhe dado uma brecha. Ele me fez elogios e confesso, me deixou sem rosca. Fiquei vermelha de constrangimento. E o assunto mudou, ficamos horas e horas conversando, falando de literatura, especialmente do livro Memórias de uma Gueixa. Em dado momento, sentei-me e cruzei as pernas, já estávamos na sala, papeando, o assunto ainda era o livro. Percebi que ele buscou a mesma visão de quando ele me abordara na cadeira de balanço. Então tive a certeza de que ele havia visto um detalhe excitante. De fato, meu short largo evidenciava a minha nádega e parecia ao olho alheio que eu estava sem calcinha, pois, era de fio-dental e com as pernas cruzadas, minha poupinha ficava à mostra. Ele excitou, novamente o seu pau estufou o pano da calça jeans. A situação me pegou de surpresa, excitei e os bicos dos meus peitos denunciaram o meu tesão. Do comentário do livro ele mudou para perguntas pessoais e quis saber sobre meu namorado. Eu disse que não tinha namorado e então folguei um pouco a cruzada de pernas, muito sutilmente, a fim de ele ver que eu estava de calcinha e não sem ela como a princípio podia supeitar-se. Ele correu uma olhadela no detalhe que eu lhe exibia e depois desviou o olhar para os meus seios. De onde eu estava, via-me através do reflexo do vitral entre a sala de estar e a sala de jantar. Percebi naquele reflexo que ele via exatamente o que eu desejava lhe mostrar naquele momento. Mas ele não foi afoito, embora seus olhos denunciassem que ele desejava saltar-se de onde estava e me devorar por inteira. Ao invés disso, ele ajeitou discretamente o pau e cruzou as pernas para me esconder a ereção. Continuamos a falar sobre coisas pessoais. Queixei-me do antigo namorado, um traidor. Era mentira, mas isso me deixaria em posição inferior, digna de receber os cuidados daquele macho no cio. Descruzei as pernas. Ele me disse palavras consoladoras. Um roteiro de argumentos os quais eu já tinha ouvido várias vezes. Mas estiquei o assunto, me excitava, na verdade, o jeito de ele me olhar gerava um pensamento erótico e absolutamente sedutor, pois, eu imaginava que ele pensava em me consolar, me dar prazer e sair dali com a certeza de que tivera um dia muito bom. E eu queria providenciar esse bom dia para ele. Estava muito disposta a isso e então cruzei a outra perna, e, num gesto teatralmente inusitado deslizei a panturrilha no joelho em que apoiava e cocei o calcanhar. Isso provocou uma maior visibilidade da minha calcinha. Como se não bastasse isso, curvei-me para analisar o calcanhar.

— Acho que estou alimentando um bicho-de-pé — comentei.

— Bicho de pé?! — indagou ele enrugando a testa.

— Não acredita? — cutuquei uma área do calcanhar a fim de causar um pequeno hematoma.

Ele se levantou e dispôs a ver o bicho de perto. Naquela hora eu já lhe preparava outro bicho para lhe mostrar. Ele se aproximou e se ajoelhou pra ver o meu calcanhar. Olhou-o por instantes e correu os olhos por dentro da perna do short, demorando um pouquinho, o suficiente para apreciar a renda da minha calcinha.

— Não. Não é bicho-de-pé. Talvez tenha sido uma picada de pernilongo… — comentou ele mal podendo esconder-me o tesão. Seu pau estava realmente estufando as calças.

Eu mantive naquela posição e curvei-me ainda mais para verificar o hematoma e conclui que ele estava com a razão.

— É. Talvez seja mesmo uma picada… — murmurei. Lembrei-me de que havia sido mordida nas costas por um inseto quando tomava sol naquela manhã. Havia uma pequena mancha nas minhas costas, logo abaixo da cintura, na altura de minha bundinha, no lado esquerdo da nádega. — Talvez, não! É mesmo picada de inseto. Agora me lembro. Eu fui ataca por alguns maldito quando tomava banho de sol nesta manhã. — disse-lhe e virei-me para trás pra verificar a marca.

Ele passou para o outro lado e foi conferir. Eu descruzei as pernas, levantei a minha blusa alguns centímetros com uma mão e com a outra abaixei também um pouquinho o short para que ele pudesse ver a marca do ataque. Ele constatou que teria sido de fato o ataque do inseto e por consequência viu o fio da minha calcinha e esperto, como era de esperar, disse-me que havia uma outra mancha mais abaixo. Desci o short um tantinho mais e disse que não conseguia ver. Ele insistiu que tinha mesmo outra marca de picada e sugeriu que eu devesse passar álcool ou algum anti-séptico. Eu disse que não gosto de mexer com álcool e que quase incendiei a casa certa vez. Antes que eu completasse a justificativa ele se dispôs a fazer isso por mim.

Fui ao quarto e peguei o vidro de álcool e o trouxe pra ele, que me pediu para deitar-me debruço no sofá e abaixar um pouquinho o short. Assim o fiz. Deitei-me de bundinha empinada e abaixei um pouco o short, quase descobrindo a minha bundinha pela metade, mais que o suficiente para revelar o tal hematoma. Mas eu sabia que esse outro hematoma não existia.

Eu senti a respiração dele mudar quando ele deu de cara com meu fio-dental. Ele controlou-se, encharcou a mão e molhou a minha bundinha, esfregando cuidadosamente como se cuidasse do referido hematoma. E para minha surpresa, ele viu outro hematoma, mais abaixo e indagou se podia passar álcool nele. Eu autorizei. Ele mesmo abaixou o meu short deixando minha bundinha inteirinha à mostra e colocou levemente o dedo onde supostamente estaria a outra marca da picada. Era bem próxima do meu cuzinho.

— Poxa! O safado do inseto queria me comer inteira! — retruquei, fingindo-se brava.

— Ele devia ser macho! — emendou ele numa cantada explícita e retrucou. — Nenhum macho resistiria a essa maravilha… — e riu.

Eu não estiquei comentário, apenas disse-lhe para passar o álcool. Ele molhou a mão e passou, massageou um pouquinho o lugar, mas o álcool escorreu no meu rego e desceu molhando a calcinha. Empinei o bumbum e disse:

— Porra! Cê encheu o meu cuzinho de álcool!

— Desculpa! Eu…

— Olha só! Até a minha calcinha levou a pior! — disse isso já levando a minha mão a fim de afastar a calcinha da minha xaninha e finalizei: — Tá ardendo o meu rabo e a minha bucetinha… — e puxei a calcinha, desnundando a bucetinha.

Virei-me pra ele enquanto mantinha a minha calcinha afastada e dizia que continuava a arder o meu rabo e minha xaninha. Ele olhava como quem queria meter a língua ali e se embebedar de álcool e caldinho de buceta.

— Faça alguma coisa! Vai me deixar arder?! — indaguei, fingindo nervosa.

Ele se manteve petrificado; não esperava que eu fosse puxar a calcinha e revelar a xaninha raspada (a essa altura molhada de tesão). Visto que ele agonizava entre a visão do meu rabo e a pulsação de seu pau em chamas, decidi eu mesmo tirar a calcinha e empinei a bunda, abrindo minha xaninha na cara dele.

— Sopra! Tá ardendo muito, seu porra! — esbravejei.

Ele o fez instintivamente, começou a soprar o meu cuzinho e a minha xaninha.

— Corra! Pegue um copo com água e lave isso aí!… Anda, cara!…

Ele também o fez numa rapidez incrível. Correu, pegou um copo d’água e retornou, jogou vagarosamente a água no meu rego e acompanhava o escorrer dela com as pontas dos dedos como se lavasse o local que ardia. Mal sabia ele que eu me ardia de tesão. Ele jogou água entre os meu lábios vaginais e passou o dedo. Eu me abri um pouco mais e disse-lhe:

— Meu Deus!… Não para! Isso me deixou louca… Continuei lavando a minha xaninha… Não para!

Ele foi obediente e já sabia que eu queria ser penetrada por aquele pau que relutava emocionado dentro das calças. E quando ele acabou de lavar, continuou me alisando, acariciando o clitóris e os lábios vaginais… Abri-me toda e ordenei:

— Enfia o pau!… Me come gostoso!

Ele se despiu, veio com o pau na direção da minha boca e pediu que o molhasse um pouquinho. Dei uma chupada, algumas boas lambidas e me posicionei melhor, de quatro, pra ser enrabada. Ele deslizou o pau entre meus lábios vaginais e forçou a cabecinha de leve, empurrando ininterruptamente até eu sentir as bolas acariciarem o meu grelo. Ele se agarrou à minha cintura e mexeu atrás de mim, num vai-e-vem muito gostoso, enfiado tudo e tirando quase tudo, me deixando enlouquecida… Comecei a rebolar freneticamente e quando anunciei que ia gozar, ele enterrou tudo, com certa força e me fez urrar de prazer. Eu tremi enquanto gozava, tendo espasmos incríveis e ele me comprimiu firme contra sua virilha e não se aguentou, gozou, ejaculando várias esguichadas dentro da minha xaninha e desmontou-se sobre mim por instantes… manteve-se assim por alguns instantes enquanto movia-se suavemente, a fim de manter a ereção… Assim que conseguiu enrijecer o pau novamente, ele deu seqüência ao que chamei de estrepada, pois, o ritmo era frenético e louco, muito rápido, e numa dessas saídas rápidas, daquelas de estalar como o estouro de champanha, ele regressou, acertando em cheio o meu cuzinho e me enterrado a pica inteira numa só estocada. Urrei e gozei ao mesmo tempo e continuei a ter um orgasmo atrás do outro até que ele aumentou a respiração e disse que ia gozar. Quando o seu pau começou a latejar antecipando outra golfada de porra, ele tirou e veio pra esporrar nos meus peitos. Recebi outras golfadas de porra e quando dominado pelo espasmo e se masturbava para retirar a ultima gotinha de porra, eu abocanhei a cabeça melada e suguei com vontade, produzindo um urro leonino naquele rapaz que suspirava de prazer. Ao que o pau enfraqueceu, ele sentou-se ao meu lado. Eu tombei no ombro dele e o encarei risonha. Ele retribuiu o riso e disse murmurante:

— Por essa eu juro que eu não esperava…

— Nem eu — disse por fim e o beijei agradecida.

                          Dei pro caminhoneiro 

No final de 2008, depois de mais três de anos sem férias em meu consultório odontológico, consegui, finalmente, programar umas semanas de folga e decidi conhecer as praias do litoral sul de Santa Catarina. Chegando num município situado a uns 90 quilômetros ao sul de Florianópolis me encantei por uma das pequenas praias onde a mata atlântica e o mar conviviam quase intocados num cenário repleto de lagoas rasas, desembocaduras de rios e dunas de areia ainda pouco ocupadas. Aluguei uma casa de caiçaras e me pus a explorar as redondezas nos dias que se seguiram. Gostei tanto do lugar que durante uma conversa com um pescador soube que havia alguns terrenos à venda e acabei fechando negócio com um lindo lote a umas poucas centenas de metros da praia, próximo a um rio pouco profundo, onde à noite se podiam ver os pescadores armando as iscas para pescar camarão.
Entusiasmado com a aquisição, assim que retornei a São Paulo, comecei a traçar os planos para a construção de uma casa onde pudesse passar os verões. Iniciando o ano de 2009 também se iniciaram as obras o que me obrigava a viajar uma vez por mês para ver como as coisas se desenrolavam e para efetuar os pagamentos dos pedreiros e fornecedores.
O que vou relatar ocorreu numa destas idas à Santa Catarina em meados de abril de 2009. Num inicio de tarde de quinta-feira saí de São Paulo pensando pernoitar em Curitiba e seguir viagem no dia seguinte até meu destino final. Havia três dias que chovia quase que diariamente, mas naquela tarde a chuva havia dado uma trégua e peguei a BR 101 sob nuvens e já completamente seca. Tudo ia bem até que, próximo à divisa com o estado do Paraná, meu carro teve uma pane elétrica e me vi à beira da rodovia sem ter o que fazer, uma vez que não entendia absolutamente nada disso.
Fiquei pouco tempo parado no acostamento antes duma carreta parar e um solícito caminheiro vir andando  em minha direção para prestar auxílio. O homem jovem que se aproximava a passos firmes e decididos era muito bem constituído. Tinha mais de 1.85m de altura, ombros largos e músculos muito bem torneados, como pude observar por seus enormes bíceps, já que estava sem camisa. Vinha com um amplo sorriso estampado no rosto e barba bastante cerrada por fazer. Expliquei o que havia acontecido e constatado que realmente nada poderia ser feito ali, perguntei se ele não poderia me dar uma carona até um posto de abastecimento ou socorro mecânico mais próximo. Ele me explicou que o próximo posto ficava a uma boa distância e seria imprudente deixar meu carro no acostamento e, no total controle da situação, começou a parar outros caminhoneiros para que o ajudassem a colocar meu carro dentro do baú da sua carreta, pois estava viajando com pouca carga e meu carro estaria mais seguro ali. Além do que, ele poderia me deixar em um local com mais recursos que um posto de beira de estrada. Aceitei sua oferta e, depois de havermos carregado e fixado meu carro dentro do baú com a ajuda de outros caminhoneiros, subi com ele na boléia do caminhão e seguimos viagem.
Ele era um sujeito simpático, muito extrovertido e, depois de me interrogar sobre meu nome, minha vida, minha profissão, para onde estava indo e outras tantas coisas, me disse que seu nome era Carlos, mas que o chamavam de Carlão. E ainda, que era o caçula de três filhos de uma família descendente de italianos e, em sociedade com os irmãos estava iniciando uma transportadora na cidade de Vacaria no Rio Grande do Sul onde residia, por isso ainda estava precisando dar uma de caminhoneiro até que as coisas melhorassem. Enquanto conversávamos, eu me sentia como que pelado a cada olhada que ele me lançava. Cheguei a pensar que talvez estivesse com o rosto sujo de graxa por ter mexido no carro ou qualquer outra coisa do gênero, tal era a voracidade e interesse que o olhar dele deixava transparecer. Aos poucos percebi que ele mapeava cada centímetro do meu corpo e fui ficando meio sem graça. Deveríamos ter mais ou menos a mesma idade, só que eu não tinha o mesmo corpão atlético que ele. Sou alto, do tipo longelíneo sem, no entanto, ser magro. Tenho coxas bastante grossas, tronco e braços muito lisos, uma bunda volumosa e um rosto angelical emoldurado por cabelos castanhos muito claros que fazem um par atraente com meus olhos verdes. Sempre fiz muito sucesso tanto entre as mulheres quanto junto a alguns homens, claro que sempre àqueles que esbanjavam masculinidade, como era o caso do Carlão. E, meu interesse, mais do que em mulheres, desde a adolescência recaía sobre eles. Sem dar nenhuma demonstração por minha preferência fui, contudo, sempre muito assediado por alguns colegas no colégio e na faculdade e, também com eles, tido minhas primeiras experiências sexuais. Portanto, aquele olhar guloso sobre mim acabou tendo um efeito positivo, pois me senti lisonjeado e me mostrei mais espontâneo à medida que o tempo passava.
Alguns quilômetros adiante tivemos que parar na pista num extenso congestionamento, devido a uma queda de barreira que bloqueava completamente o trânsito, causada pelas chuvas dos dias anteriores. Já anoitecia e não havia nenhuma previsão de quando poderíamos continuar a viagem. E, o que nem suspeitávamos naquele momento era de que teríamos mais de 38 horas pela frente antes que a rodovia voltasse a ficar trafegável. Sempre fui muito precavido, e apesar do percurso entre São Paulo e Curitiba poder ser feito em algumas horas, me abasteci de água e frutas e outros alimentos. Por este aspecto, estávamos, portanto, tranqüilos.
Toda essa situação, aliada à empatia que surgiu entre o Carlão e eu, fez com que nesse pouco tempo já estivéssemos bastante descontraídos um com o outro e, eu diria até, íntimos, devido ao confinamento dentro da boléia do caminhão. Em dado momento o Carlão se voltou para mim e disse:
- Você já teve algum relacionamento mais íntimo com um homem? – fiquei vermelho na mesma hora, denunciando meu passado sexual.
- Já! – consegui balbuciar, meio tímido.
- Sou tarado por carinhas como você. – ele confessou, muito seguro de si.
- Como eu, como? – perguntei.
- Com esse corpo escultural e jeito meigo e tímido de ser. – ele completou.
- Você tem alguém? – ele indagou em seguida.
- Não. Foram poucas transas que apenas me permitiram saber do que eu gosto. – acabei explicando.
- E do que você gosta exatamente?
- De homens decididos, com boa pegada, que me dêem uma sensação de segurança. – respondi.
- Quando parei para te socorrer senti um baita tesão assim que coloquei meus olhos em você. Depois ao te ver meio perdido na situação e desprotegido fiquei mais maluco ainda. Para completar estou numa puta fissura, pois há dias que estou me contentando apenas com umas punhetas. – Nisso ele apontou para o enorme volume que distendia o jeans que estava usando. Parecia que um salame estava enfiado ali debaixo.
Encabulado, fiquei sem ação tentando mudar o rumo da conversa quando ele se aproximou de mim, colocou uma mão sobre a minha coxa e a outra na minha nuca me puxando para junto dele e me beijando a boca com força.
Não ofereci nenhuma resistência, deixando seus lábios se colarem aos meus e, sua língua penetrar minha boca à procura da minha. Enquanto nossas salivas se mesclavam, minha respiração começou a ficar ofegante e um calor abrasador aflorou à minha pele. A mão que estava na minha coxa passou a tatear por baixo da minha camiseta ao redor da cintura seguindo para as costas e depois para um dos meus mamilos. Nossas bocas continuavam seladas enquanto seus dedos apertavam e torciam meu mamilo. Um desejo de abrir os poros da minha pele e todos os demais orifícios, para que ele pudesse penetrar por eles, percorreu todo meu corpo. Ele tirou minha camiseta, abocanhou meu mamilo torturado e intumescido, mordendo-o e chupando-o com certa brutalidade. Minhas mãos, que até aquele momento tateavam perdidas no ar e pelo acento tentando dar sustentabilidade ao meu corpo, afagavam sua cabeça mantendo-a colada ao meu peito numa demostração evidente de receptividade e aconchego. Ele ficou alguns minutos ali alternando entre um mamilo e outro lambidas, mordiscadas e fortes chupadas que deixavam as marcas de sua boca nos meus peitinhos inchados. Eu fui me reclinando para trás enquanto suas mãos se concentraram na abertura e descerramento da minha calça e cueca.
- Que tesão de coxas grossas e bunda arrebitada você tem! E tão lisinhas que parecem esculpidas! – Ele balbuciou enquanto as palpava com as mãos.
Eu já não me continha mais vendo aquele macho todo excitado sobre mim, me desejando como se eu estivesse no cio. Abracei novamente o torso nú e o beijei demonstrando que queria servi-lo como uma fêmea serve seu macho. Enquanto ele tirava suas calças eu terminei de tirar as minhas e ele me empurrou para o estrado que servia de cama atrás dos acentos. Deitado de costas ele montou em mim colocando sua pica retona, grossa e bem cabeçuda diante do meu rosto. À visão daquela vara de carne cheia de veias dilatadas e do cheiro viril que ela exalava, senti meu cuzinho piscando de desejo e tentei enfiar o mais que pude daquele cacete enorme na boca, apertando-o com gula e tesão. Passei a lambê-lo com a ponta da língua da cabeça ao saco onde dois grandes testículos se moviam pesadamente à medida que o saco se acomodava à minha boca insaciável. Como era bom sentir o toque aqueles bagos quentes e peludos e saber que estavam cheios de um néctar pelo qual eu tanto ansiava e, cujo cheiro eu já podia sentir, pelo líquido claro e viscoso que começou a sair daquele buraquinho que encimava a glande lustrosa onde fui sorvê-lo mansamente. Eu podia ouvir os gemidos de prazer que o Carlão soltava enquanto eu, tão carinhosamente, cuidava do seu órgão. Suas mãos prendiam minha cabeça, provavelmente para evitar que eu me afastasse dele e interrompesse aquele afago antes que ele pudesse encher minha boca com sua porra. No entanto, eu não tinha a menor intenção de largar aquela delicia e, procurando com meu olhar o rosto dele, tentava adivinhar quando ele faria jorrar na minha boca o que eu tanto queria. Não demorou muito para que meu desejo se realizasse, o primeiro grande jato me fez engasgar de tão abundante, para manter a respiração engoli o que pude, mas o segundo jato me inundou antes disso, seguido por mais uma porção deles e foi inevitável que alguma porra escorresse pelo canto da boca. A porra do Carlão era leitosa, espessa e pegajosa com um delicioso sabor amendoado e um cheiro másculo de virilidade. Sorvi até a última gota, lambendo a glande e depois os dedos do Carlão que havia recolhido aquilo que escorrera e me oferecido para saborear.
- Tá gostando da porra do teu macho? – ele perguntou visivelmente satisfeito com minha atitude.
- Muito! Como é deliciosa e máscula! – respondi com um sorriso maroto.
- Tem muito mais de onde veio esta e ela será toda sua, basta você se entregar inteiro pra mim. – ele acrescentou confiante.
- Não quero outra coisa no momento. – completei.
Percebemos um movimento de pessoas próximo ao caminhão e procurei rapidamente colocar as calças, no que fui seguido pelo Carlão que, enquanto se vestia, passou para o banco do motorista e dali descendo do caminhão. Eram dois policiais rodoviários dando conta que o bloqueio continuaria por, no mínimo, um dia e meio e que os motoristas deveriam colocar seus caminhões no acostamento da pista. Após me recompor às presas também desci me juntando a eles. Os dois policiais tinham por volta de 35 anos, atléticos e bastante musculosos além de braços bem peludos. Ao me verem se aproximar, notei que me avaliavam com safadeza e tesão. Na pressa não coloquei a camiseta e, um dos meus peitinhos, ainda bastante inchado por ter sido avidamente chupado, tinha uma marca deixada pelos dentes do Carlão, além duma área arroxeada. Obviamente fiquei vermelho e sem graça. Essa timidez parece que inflamou ainda mais o tesão dos dois, que viam ali uma espécie de cordeiro indefeso. O que estava mais próximo de mim não conseguiu esconder esse tesão que fez aumentar um volume já enorme, sob as calças, entre as grossas pernas. Não tenho dúvidas de que os dois sacaram imediatamente o que havia acontecido entre o Carlão e eu. Além de não demonstrarem estranheza, parece que acharam que talvez algo pudesse rolar com a participação deles. Começaram a puxar conversa e foram se ficando, sempre com os olhos postos sobre mim numa atitude de cobiça e desejo, as mãos freqüentemente ajeitando os paus que teimavam em não encontrar uma posição confortável dentro das calças, uma vez que queriam sair daquele confinamento e endurecer livremente. Desconfortável com a situação, aleguei que estava esfriando e, me virei para ir buscar a camiseta, ante a visão da minha bunda carnuda, os dois trocaram olhares que não passaram despercebidos do Carlão.
- Fica dentro da boléia! – ele ordenou com voz possessiva e autoritária, protagonizando uma cena de ciúmes, que os policiais entenderam como sendo o fim de suas expectativas.
O Carlão tratou de despachá-los providenciando a manobra para colocar a carreta no acostamento. Assim que os policiais estavam distantes o bastante para não conseguirem notar o que se passava na cabine ele tornou a me empurrar com força de bruços sobre o estrado e, arrancando as minhas calças, começou a morder minhas nádegas e a passar a mão no meu reguinho, sondando com os dedos a portinha do meu cú.
Minha respiração voltou a ficar ofegante e o tesão a se apossar de mim à medida que aquele dedo tateava pela minha entrada apertadinha.
- Quero esse cuzinho! – ele disse.
- Ele é seu! Eu todo sou seu! – respondi.
Ele voltou a colocar a cara entre as nádegas e metendo a língua no meu cú, começou a me lamber com sofreguidão e vorazmente. Eu comecei a gemer de tanto tesão ao sentir a fissura que aquele macho estava para me ter, para foder aquele cuzinho tenro. Ele começou a se deitar sobre mim e, liberando o cacete muito duro de dentro das calças, passou a pincelá-lo no meu rego, melando-o com a baba abundante que saía da sua pica. Não demorei a sentir a pressão que ele exercia na minha portinha estreita, fiquei apreensivo sabendo que ia doer bastante.
- Não quero te machucar! Abre pra mim, abre! – ele sussurrou ao meu ouvido.
Um arrepio gelado percorreu minha espinha de cima abaixo e quando chegou ao ânus eu o franqueei para que ele me penetrasse. A enorme glande afundou entre as minhas pregas rasgando-as.
- Aaaaaai!! – gritei submisso e dolorido.
Ele continuou a exercer pressão enterrando a pica no meu cuzinho e dilacerando minhas entranhas até que as bolas dele estavam coladas ao meu cú arregaçado. Sua rola quente latejava aconchegada dentro de mim e, enquanto tentava relaxar senti o Carlão iniciando os movimentos de vai e vem que tornaram a aumentar minha dor e meu prazer. Eu sentia cada veia saliente de seu membro, cada centímetro, cada contorno de sua anatomia que esfolava a mucosa das minhas entranhas. E, apertando meu cuzinho, tentava acalentar aquele macho sedento. Ele urrava de prazer e satisfação.
- Esse cuzinho é meu! Você é meu, só meu! Sua cadelinha gostosa! – ele pronunciou entre gemidos.
- Ninguém mais vai te comer, só eu! Eu agora sou teu único macho! Não quero ver ninguém botando olho guloso em você. É a minha pica que vai mandar nesse cuzinho! – ele acrescentou.
- Minhas pregas estão em brasa e eu quero você como meu macho. Quero ser sua fêmea, sua cadela, seu cúmplice, seu tudo! – balbuciei me entregando.
Os movimentos de vai e vem foram ficando mais curtos e rápidos, as estocadas cada vez mais fortes e profundas faziam doer todo meu baixo ventre. Eu sentia a pica do Carlão ficando mais dilatada e grossa. Me puxando pela cintura com força ele a enterrou até o talo e gemendo começou a gozar. Os jatos de porra escorriam dentro de mim me inundando de prazer. Meu homem estava satisfeito e isso era tudo que me importava naquele instante. Antes de relaxar constatei que havia gozado sem nem a menos ter tocado no meu pau. Era a felicidade suprema. Ele permaneceu um longo tempo deitado sobre mim, o peito peludo roçando minhas costas, seus braços fortes me abraçando me fizeram sentir seguro e eu soube naquele momento que o Carlão era alguém especial para mim. Precisei limpar o sangue e o excesso de porra que molhavam meu rego com lenços umedecidos que estavam na minha bagagem. Ao me ver delicada e cuidadosamente fazendo isso o Carlão disse que sentia ainda mais tesão me vendo tão frágil e marcado pelo coito.
Nem sei ao certo quantas vezes transamos naquela noite e durante o dia seguinte até que, passado das 05:00 hs da manhã de sábado, o trânsito foi liberado em meia pista e nossa viagem pode continuar. Estava com o cú muito dolorido e tinha dificuldade de arrumar uma posição para sentar, mas olhava para aquele macho contente como se ele fosse parte de mim. E, pelos cuidados e carinho com que me tratava percebi que eu não era mais um estranho a quem ele havia socorrido e dado carona. Conseguimos chegar numa concessionária em Florianópolis pouco antes do final do expediente, onde deixei meu carro e fiquei sabendo que só na quinta-feira seguinte pela manhã o serviço estaria concluído, uma vez que dependiam da chegada de uma peça. O Carlão me levou até a pousada onde eu costumava ficar quando ia inspecionar a obra. Convidei-o a ficar uma vez que teríamos o domingo pela frente e eu poderia lhe mostrar como o lugar era lindo.
- Bem que eu gostaria, mas não posso! Tenho uma namorada em Vacaria e preciso seguir viagem. – ele confidenciou enquanto observava minha reação.
- Ah! … Está certo! … É uma pena! – as palavras não vinham, mas curiosa e estupidamente meus olhos ficaram úmidos, sem que eu pudesse controlar essa reação, tive raiva de mim mesmo por estar bancando o imbecil. Era óbvio que um homem como aquele não estava sozinho.
Estávamos sós numa varanda donde se avistava o mar e por alguns instantes ficamos olhando o horizonte sem dizer palavra.
- Bem! Preciso ir andando. – ele finalmente disse, quebrando o silêncio e me puxando para junto de si. Me abraçou demoradamente com força e, sutil e disfarçadamente me beijou o pescoço.
Não consegui dizer nada. Um nó havia se formado em minha garganta. Apenas acenei enquanto ele se afastava. Foi um longo final de semana.
Na segunda-feira fui logo cedo tratar dos assuntos que faziam parte da rotina destas minhas visitas, depois fiquei na obra até anoitecer. Os outros dois dias também foram parecidos embora com menos atividades e, no final da tarde do último liguei para a concessionária para verificar se poderia retirar meu carro e em seguida retornar a São Paulo. Como a resposta foi afirmativa, me programei para sair logo pela manhã do dia seguinte.
Enquanto tomava café um funcionário da pousada me disse que havia uma pessoa esperando por mim na recepção. Pensei que se tratava de alguém relacionado com a obra e fui até lá para ver do que se tratava. Assim que entrei no saguão da recepção, vi o Carlão próximo a uma das janelas que davam para o mar, apreciando a paisagem. Meu coração disparou e meus passos se alargaram querendo cobrir o espaço que nos separava com a maior rapidez. À minha aproximação ele se virou e abriu os braços e um largo sorriso para me receber, me apertando em seguida junto ao peito quente e acolhedor.
- Bom dia! Surpreso? – ele disse ainda sorrindo.
- Muito! Não esperava por você. Para ser sincero, achei que nunca mais o viria. – falei eufórico.
- Vim te buscar para irmos buscar seu carro. – ele continuou.
- Estou muito feliz e grato com seu cuidado por mim. – disse enquanto tornava a abraçá-lo.
- Sou teu macho e vim zelar pelo que é meu. – ele disse em voz baixa.
- Te adoro por isso. – sussurrei em seu ouvido, lambendo em seguida disfarçadamente sua orelha.
- Não brinca assim! Olha quem está começando a ficar nervoso aqui em baixo só de sentir o toque da sua pele. – ele acrescentou apontando para o cacete que já criava uma grande saliência na calça.
Pouco mais de uma hora e meia estávamos na concessionária em Florianópolis retirando meu carro. Só de pensar que em poucos minutos eu estaria me despedindo do Carlão novamente sentia um aperto no peito e uma enorme tristeza. No entanto, ao finalizarmos o pagamento do conserto e nos prepararmos para sair dali, ele me encarou e disse:
- Agora vamos concretizar aquele seu convite de passarmos o fim-de-semana juntos. Temos três dias pela frente e eu vou usar e abusar desse seu corpão tesudo, quando você voltar para São Paulo vai estar todo marcadinho por teu macho.
- Não há nada que eu mais queira do que ter meu corpo entregue a você. Sou todo seu e quero te satisfazer em todos os sentidos, meu querido! – respondi eufórico por poder ficar junto dele.
Nos hospedamos numa pousada que estava quase vazia por não ser temporada e estarmos num dia de semana. Enquanto ajeitávamos nossas coisas no quarto um assunto rondava meus pensamentos e acabei perguntando:
- Sua namorada não vai reclamar de você se ausentar outra vez em poucos dias?
- Não! Mesmo por que não existe mais namorada. Terminei com ela no final de semana passado. Foi por isso que não pude ficar com você. – ele respondeu, se voltando para mim e me abraçando com força contra o peito.
- Minha namorada agora é você! – acrescentou me olhando fundo nos olhos.
Fiquei sem ação, sem palavras, com os olhos úmidos e o beijei na boca com volúpia e carinho. Minhas pernas tremiam e meu cuzinho piscava enquanto a língua dele me penetrava à procura da minha. Ele ia tirando minha roupa e suas mãos deslizavam por todo meu corpo incendiando minha pele que ele passou a lamber e a mordiscar num desejo que o deixava louco de tesão. Ele me deitou sobre a cama já totalmente nu, deitando aquele corpão enorme sobre mim, enquanto eu abraçava e acariciava suas costas e nuca. Comecei a tirar a camiseta dele e a enfiar a ponta dos meus dedos em suas costas à medida que nossas línguas se lambiam mutuamente. Ele começou a tirar as calças fazendo saltar fora o cacetão que crescia ainda mais quando se encontrou livre, se aproximou do meu rosto e esfregou a pica nele. Abocanhei-o latejante e babando líquido prostático, lambi e chupei gulosamente olhando para cima para ver como ele se deliciava com aquilo. Uma das minhas mãos massageava o sacão peludo tateando e brincando com seus bagos intumescidos, que eu sabia estarem cheios daquilo que eu queria dentro de mim. Ele abriu minhas coxas, acariciou minhas nádegas e enfiou o dedo no meu cuzinho piscante, me fazendo soltar um gemido. Senti-o metendo a cabeça entre as minhas coxas e em seguida a língua dele lambendo e umedecendo minhas preguinhas. Eu me entregava àquela sensação de prazer sabendo que ele queria entrar ali, alojando seu membro teso para sentir minhas pregas quentes envolvê-lo completamente. De joelhos na cama e segurando minhas pernas abertas e bem afastadas ele aproximou a cabeça do cacete da porta do meu cuzinho e exerceu uma ligeira pressão, à qual eu respondi empinando a bunda e relaxando os esfíncteres para franquear a entrada daquela tora de carne latejante. Foi só na quinta tentativa e, com ele guiando o cacete com uma das mãos, que ele conseguiu vencer a resistência do meu esfíncter anal, rasgando pregas e enchendo meu cú com aquele volume que ia se afundando nas minhas entranhas sem que eu pudesse fazer nada a não ser liberar um grito de dor e envolvê-lo numa travada que dei apertando-o com as coxas. Ele soltou um gemido de prazer e a pica deu uma empinada dentro do meu cú. Abri meus braços em direção a ele pedindo para que deitasse todo o tórax sobre mim para poder afagá-lo e beijá-lo. Abriguei-o em mim enquanto ele terminava de atolar o pau deixando apenas as bolas se comprimirem contra a entrada do meu cuzinho.
- Te adoro, meu macho gostoso! – murmurei enquanto lambia sua orelha e acariciava seus cabelos na nuca.
Ele começou um movimento de vai-e-vem espaçado e lento no qual a pica deslizava nas minhas entranhas roçando e esfolando a mucosa, foi aumentando o ritmo arrancando gemidos dos meus lábios cada vez mais altos e frenéticos. Era uma sensação maravilhosa o prazer que aquele cacete quente provocava ao me dilatar todo, doía muito, mas ao mesmo tempo me enchia de felicidade por ver que o Carlão se satisfazia entre minhas pregas apertadas. Depois de algum tempo ele sacou a pica do meu cuzinho, me colocou de quatro e tornou a socá-la lá dentro. As estocadas se sucediam rápidas e profundas, todo meu baixo ventre se contraía de dor em reação àquele membro, que duro como rocha, começou a se avolumar cada vez mais. Eu sentia que estava rasgando por dentro quando os jatos de porra pegajosa encheram meu cuzinho e o excesso escorreu pelo rego, enquanto ele urrava de prazer.
Nem preciso dizer que entre umas curtas saidinhas para as refeições e algumas caminhadas o restante passamos nos amando. Minha casa na praia está pronta e hoje moro em Vacaria com o Carlão. Jamais poderia supor que minha felicidade estaria num encontro com um caminhoneiro à beira de uma rodovia.
· Notes · · reblog